terça-feira, 11 de agosto de 2009

Alguns fármacos podem aumentar o risco de quedas em idosos

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Uma nova investigação demonstrou que alguns medicamentos podem aumentar o risco de quedas em homens e mulheres com mais idade.
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As descobertas de um estudo de quatro anos, conduzido em França, sugerem que o risco de quedas é 1,4 vezes maior entre os idosos que tomam uma benzodiazepina de longa duração, em comparação com pessoas da mesma idade que não utilizam este tipo de medicação anti-ansiedade.
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A Dra. Annick Alperovitch, do INSERM em Paris, e colegas também descobriram um risco moderadamente acrescido de quedas entre os idosos que utilizam regularmente medicações psicotrópicas alteradoras do humor e do comportamento.
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Os resultados, publicados na “BMC Geriatrics”, identificaram riscos similares entre os idosos que relataram a utilização regular de tranquilizantes, relaxantes musculares, antiespasmódicos e alguns anti-histamínicos que bloqueiam as respostas nervosas, denominados anticolinérgicos.
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Os investigadores avaliaram a associação entre a utilização de medicamentos potencialmente inapropriados e o risco de quedas em 6343 homens e mulheres que tinham em média 74 anos.
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Foram definidos como sendo medicamentos inapropriados os fármacos com probabilidade de terem um maior efeito nas pessoas idosas do que nos jovens, assim como medicações (tomadas isoladamente ou em combinação com outros fármacos) com efeitos secundários, como tonturas e sonolência, potencialmente associados a um aumento do risco de quedas.
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No geral, cerca de 30 por cento dos pacientes do estudo relataram a utilização de fármacos com estas propriedades e, durante o período do estudo, 22 por cento tiveram quedas duas ou mais vezes.
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Os investigadores referiram que a utilização de medicação inapropriada aumentou o risco de quedas e a utilização de benzodiazepinas foi responsável pela maior parte deste aumento.
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Os investigadores relataram que é preferível que os pacientes idosos utilizem benzodiazepinas de duração curta ou intermédia, em relação aos medicamentos anti-ansiedade de longa duração, uma vez que estas não apresentaram um aumento da ocorrência de quedas.(farmacia.com.pt)
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Memantina pode ajudar a tratar afasia após AVC

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Um grupo de investigadores da Universidade de Málaga demonstrou, num estudo publicado na “Annals of Neurology”, que a memantina pode ajudar a tratar a afasia, uma disfunção da fala, que pode ser uma das consequências do acidente vascular cerebral (AVC), para a qual não há tratamento farmacológico.
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Uma das sequelas mais temidas, em termos de danos neurológicos, é a afasia, que ocorre em um terço dos pacientes que sofre um AVC. Em alguns casos, a terapia da fala e da linguagem pode ajudar a melhorar, ainda que dependa muito da gravidade do distúrbio.
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Os investigadores realizaram um estudo para determinar se o tratamento com memantina, um fármaco indicado para a Doença de Alzheimer, pode apresentar um efeito benéfico na afasia.
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Os resultados demonstraram que a memantina é superior ao placebo e que melhora a afasia, especialmente se for administra em combinação com a terapia da afasia por restrição induzida.
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Todos os pacientes tinham menos de 70 e a maioria tinha afasia leve a moderada. No total, foram incluídos 28 pacientes, divididos em dois grupos de 14 pacientes, tendo um recebido terapia da afasia por restrição induzida e placebo, e o outro reabilitação e memantina. Os dois grupos apresentaram melhoras, um efeito atribuído à terapia da afasia por restrição induzida, mas os pacientes que receberam tratamento farmacológico tiveram melhoras mais significativas.
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Os autores optaram por administrar memantina tendo por base resultados de trabalhos anteriores, onde se sugere que o fármaco potencia a capacidade de fala e linguagem, em pacientes com demência vascular.
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A terapia da afasia por restrição induzida (constraint-induced aphasia therapy, em inglês) consiste em estimular os pacientes em grupo para que comuniquem oralmente. Para isso, é restringida a possibilidade de se recorrer a gestos, indicar com a mão ou escrever. Isto consegue-se colocando o paciente atrás de painéis para que apenas mostre o tronco.(farmacia.com.pt)
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Gripe A: Tamiflu e anti-virais podem não ser eficazes em crianças

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Investigadores britânicos referiram que, segundo uma meta-análise, os anti-virais como o Tamiflu (oseltamivir) e o Relenza (zanamivir) podem não ser eficazes em crianças com a gripe H1N1.
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O Dr. Matthew Shun-Shin, do Hospital John Radcliffe e da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e colegas conduziram revisões sistemáticas de dados de ensaios controlados de anti-virais em crianças menores de 12 anos.
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Os estudos incluíram quatro ensaios aleatórios para o tratamento da gripe, dois com Tamiflu e dois com Relenza, que envolveram 1766 crianças, das quais 1243 tinham gripe confirmada, e ainda três ensaios aleatórios, um com Tamiflu e dois com Relenza, como tratamento profiláctico iniciado imediatamente após exposição à gripe, envolvendo 863 crianças. Contudo, nenhum destes ensaios testou a eficácia na actual estirpe da gripe H1N1.
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O estudo, publicado na “British Medical Journal”, descobriu que os fármacos anti-virais fornecem um pequeno benefício ao reduzirem a duração da doença nas crianças com gripe sazonal e ao diminuírem a transmissão familiar, mas têm pouco efeito nas exacerbações da asma ou na posterior utilização de antibióticos. Os seus efeitos nas complicações graves ou na estirpe da gripe H1N1 ainda têm de ser determinados.
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O relatório indica ainda que os efeitos secundários provocados por estes medicamentos, principalmente vómitos e diarreia, são maiores do que o potencial benefício para o paciente.
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No caso das crianças entre um ano e 12 anos, os autores do estudo consideram que se deveria contra-indicar a utilização de Tamiflu e Relenza até que se comece a administrar a vacina.(farmacia.com.pt)
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Apenas vinte minutos de exercícios garantem doze horas de bem-estar

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Estudo norte-americano acredita que a endorfina continua a agir durante cerca de doze horas após a prática de exercício físico.
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Segundo os investigadores, a endorfina, hormona neurotransmissora de bem-estar, continua a actuar mesmo depois de terminado o exercício. Essas substâncias químicas servem de condutores a impulsos eléctricos até aos neurónios, proporcionando assim uma sensação de conforto contínuo e não apenas temporário, como se pensava anteriormente.
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Durante o estudo foram observados 48 voluntários, divididos em dois grupos: metade praticava exercícios físicos durante os testes enquanto os restantes permaneciam sedentários. Após iniciarem os testes, os participantes responderam ainda a diversos questionários sobre a sua disposição mental e hábitos alimentares.
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Os resultados demonstraram que os distúrbios de humor diminuíram de forma significativa nas pessoas que praticavam exercícios, e que as mesmas permaneciam bem dispostas e humoradas durante cerca de 12 horas ao longo dia.
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Apesar dos níveis de endorfina começarem a reduzir-se na circulação, o seu tempo de actuação na massa cinzenta é suficiente para anular o stress e o cansaço durante algum tempo, o que pode ser a resposta para o tratamento de certas doenças como a depressão.(farmacia.com.pt)
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Epilepsia: Cientistas evitam transmissão hereditária da doença em ratos

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Cientistas britânicos afirmam ter conseguido evitar a transmissão de um tipo hereditário de epilepsia através da manipulação genética.
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O gene presente na manipulação, denominado por Atp1a3, actua regulando os níveis de substâncias como o sódio e o potássio nas células do cérebro, sendo que o desequilíbrio entre elas pode provocar algumas formas de epilepsia.
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"Há muito tempo que os cientistas suspeitam que essas substâncias levam a ataques epilépticos, mas nosso estudo é o primeiro que mostra, sem sombra de dúvida, que o responsável é um defeito no gene", afirmou Steve Clapcote, líder da equipa de investigadores.
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A equipa de especialistas descobriu que os ratos Myshkin, que apresentavam ataques epilépticos, tinham uma versão defeituosa do gene Atp1a3.De forma a neutralizar a acção do gene, os cientistas cruzaram os ratos com animais portadores de uma cópia normal do Atp1a3, tendo as crias nascido livres da doença.
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Apesar dos resultados iniciais, os investigadores salientam que existe ainda um longo caminho a percorrer até que serem criadas terapias para os seres humanos, até porque ainda não é conhecido se o mecanismo é semelhante nos homens, apesar do gene Atp1a3 humano ter mais de 99% da sua composição igual à do rato.(farmacia.com.pt)
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Animales ayudan a mejorar la psoriasis

Umit Bektas / REUTERS
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Estos peces, llamados Garra rufa obtusa, también conocidos como los peces doctor, curan a aquellas personas que se dejen limpiar las células muertas de sus cuerpos. Estos animales ayudan a mejorar la psoriasis.(20minutos.es)
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Antipsicóticos podem elevar o risco de hiperglicemia nos idosos

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Um estudo publicado na “Archives of Internal Medicine” revelou que os pacientes idosos com diabetes que tomam antidepressivos parecem apresentar um aumento do risco de hospitalização devido a hiperglicemia, especialmente no início do tratamento.
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A equipa de investigadores, dirigida pela Dra. Lorraine Lipscombe, da Universidade de Toronto, no Canadá, estudou 13.817 diabéticos com mais de 66 anos, que iniciaram o tratamento com antipsicóticos entre Abril de 2002 e Março de 2006.
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Os investigadores compararam as possibilidades de desenvolver hiperglicemia (aumento da glicose no sangue acima dos valores normais) entre os que tomavam antipsicóticos e os que abandonaram o tratamento durante mais de 180 dias.
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Do total de 13.817 pacientes, 1.515 tiveram que ser hospitalizados devido a hiperglicemia e o seu risco de hospitalização era maior do que o daqueles que cessaram o tratamento com antipsicóticos. O risco mais elevado registou-se logo no início do tratamento.
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O papel que os neurotransmissores têm na regulação dos níveis de glicose está entre as possíveis causas deste fenómeno. A Dra. Lipscombe referiu que, pela primeira vez, demonstrou-se que os pacientes tratados com antipsicóticos podem sofrer alterações no sistema endócrino, o que favorece o aparecimento de episódios de hiperglicemia.
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Por este motivo, os autores do estudo advertiram os pacientes e os seus familiares que, perante qualquer sinal de descompensação dos níveis de glicose, têm de ser tomadas medidas adequadas, especialmente quando se inicia o tratamento com antipsicóticos.(farmacia.com.pt)
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Mortalidade por cancro do estômago está em declínio

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O International Journal of Cancer afirma que tem vindo a existir um declínio das taxas de morte devido ao cancro do estômago na maior parte do mundo. Apesar do tipo de cancro ser raro na América do Norte e em grande parte da Europa, ainda é comum no Japão, Rússia e na maior parte da América Latina, representando 10% das mortes devido a cancro.
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Esta análise engloba dados de 63 países durante o período entre 1980 e 2005, tendo revelado que nos últimos 10 anos as mortes de cancro estomacal têm vindo a diminuir entre 3 e 4% por ano na União Europeia, Austrália, Estados Unidos, Japão, República da Coreia, Ucrânia e Rússia, enquanto em países sul-americanos como o Chile, Brasil, Argentina, México e Colômbia foi registada uma diminuição de 2%.
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"Apesar das tendências encorajadoras sobre a mortalidade, o cancro do estômago permanece como uma das maiores causas de morte no mundo", destacaram os investigadores.
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No entanto, nem todos os dados do estudo são positivos pois as mulheres com idades compreendidas entre os 30 e os 49, residentes em França, Reino Unido e Estados Unidos, não registaram o referido declínio, enquanto a informação proveniente da Ásia e África não é suficiente para se poder generalizar os resultados.(farmacia.com.pt)
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Zinco pode ajudar a activar as células responsáveis por combater infecções

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Investigadores norte-americanos revelaram que o zinco ajuda a activar as células T, que são responsáveis por combater as infecções.
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O relatório, publicado na “Journal of Leukocyte Biology”, sugere que o zinco aumenta a activação das células T responsáveis por destruir vírus e bactérias.
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Um dos investigadores, o Dr. Robert Cousins, da Universidade da Florida, em Gainesville, referiu que foi demonstrado que a suplementação com zinco reduz significativamente a duração e gravidade da diarreia infantil e das infecções do tracto respiratório inferior e a incidência de malária em crianças com deficiência de zinco.
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O investigador acrescentou ainda que o declínio da função imunitária relacionado com a idade também foi relacionado com a deficiência de zinco nos idosos.
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O Dr. Cousins relatou que, no estudo, voluntários saudáveis receberam suplementos de zinco ou placebo. Em laboratório, os investigadores posteriormente isolaram as células T do sangue e expuseram-nas a infecções simuladas.
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As células T retiradas do grupo que recebeu suplementos de zinco apresentaram uma activação mais elevada do que aquelas do grupo do placebo. Por outro lado, a activação celular pareceu estimular o transportador de zinco nas células T, denominado ZIP8, que transporta o zinco armazenado para o citoplasma das células, onde então a expressão de uma proteína da célula T é alterada de uma forma necessária para combater as infecções.(farmacia.com.pt)
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Casamento estável faz bem à saúde

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Segundo a pesquisa, publicada na revista Journal of Health and Social Behavior, o divórcio e a viuvez podem provocar cicatrizes que perduram nas pessoas de meia-idade ou idosas, mas voltar a casar parece reduzir esses efeitos.
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Por outro lado, as pessoas que ficam sozinhas depois do final do casamento aparentam ser menos saudáveis comparativamente às que voltam a casar, segundo o estudo publicado.
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Os especialistas acreditam que as pessoas que nunca casaram têm desvantagens em alguns aspectos de saúde comparado aos viúvos ou divorciados, embora estejam melhor em outros.
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"Chegamos à conclusão de que a perda de um casamento é um acontecimento extremamente stressante, e que um período de stress elevado tem um preço para a saúde", afirmou Linda Waite, co-autora do estudo, professora de sociologia e directora do Centro sobre Envelhecimento na Universidade de Chicago.
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"Imagine que a saúde é dinheiro guardado no banco", acrescentou. "O casamento é um mecanismo de 'poupança', de adição à saúde. Mas o divórcio é um período de despesas muito altas", acrescentou a especialista.
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O estudo observou quatro aspectos-chave da saúde na meia-idade, nomeadamente as condições críticas, limitações de mobilidade, percepção própria da condição de saúde e sintomas de depressão.
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Os investigadores notaram que um transtorno significativo da estabilidade marital, como o divórcio ou a morte do cônjuge, tinha um impacto frequente prolongado que afecta negativamente as quatro áreas.
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"Os divórcios múltiplos criam prolongadas condições de stress e prejudicam a capacidade pessoal de orientar a própria vida, e isso é muito pior do que não ter casado", afirmou Debbie Mandel, especialista em gestão de stress.
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"Um bom casamento é como ter depósitos repetidos e regulares na sua conta de poupança de saúde para a idade adulta e a velhice", acrescentou.
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As pessoas que nunca se casaram mostraram ainda uma condição de saúde melhor do que a das pessoas casadas com historial de divórcio ou perda do cônjuge.(farmacia.com.pt)
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Nicotina pode aumentar risco de cancro do pâncreas agressivo

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Investigadores norte-americanos revelaram que a exposição à nicotina, devido a fumar, está associada a um maior risco de cancro do pâncreas agressivo.
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O estudo, publicado na revista científica “Surgery”, sugere que o adenocarcinoma dos ductos pancreáticos tem mais probabilidade de se tornar metastático quando existe um historial de tabagismo, porque uma variante da proteína osteopontina associada ao crescimento do cancro, denominada OPNc, pode ser estimulada pela nicotina.
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Os investigadores descobriram a expressão da OPNc em 87 por cento das lesões cancerígenas invasivas analisadas, das quais 73 por cento eram de fumadores. A expressão da OPNc também estava correlacionada com níveis mais elevados da expressão da osteopontina.
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A Dra. Hwyda Arafat, da Faculdade de Medicina da Universidade Thomas Jefferson, em Filadélfia, referiu que esta é a primeira vez que foi identificada uma relação entre a nicotina e a expressão da OPNc. A investigadora acrescentou ainda que estes dados são muito entusiasmantes, porque agora é possível avaliar a OPNc como um marcador de prognóstico e diagnóstico de lesões cancerígenas dos ductos pancreáticos invasivas.
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A Dra. Arafat referiu que o papel exacto da OPNc no cancro do pâncreas avançado ainda continua por definir, mas pode fornecer um alvo potencialmente único para controlar a agressividade do cancro do pâncreas, especialmente nas pessoas que fumam cigarros.(farmacia.com.pt)
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Demasiada televisão pode provocar hipertensão arterial em crianças

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Segundo um estudo norte-americano, as crianças que vêem demasiada televisão podem correr o risco de desenvolver hipertensão arterial, independentemente da mesma ter excesso de peso ou ser magra.
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A equipa de investigadores recorreu a um aparelho denominado por acelerómetro, medindo os níveis de actividades físicas de 111 crianças entre os três e os oito anos de idade durante o período de um ano. Foi constatado que o sedentarismo por si próprio não tinha qualquer relação significativa com a hipertensão, tendo os especialistas notado, segundo dados fornecidos também pelos pais das crianças, que aquelas que passavam mais tempo a ver televisão tinham um risco superior de sofrer a condição.
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Como forma de combater o problema, os especialistas salientam a importância de não se passar mais que duas horas diariamente em frente à televisão, recomendando ainda a prática de exercício físico durante pelo menos uma hora.
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Segundo os investigadores, o hábito de passar muito tempo em frente à televisão engloba frequentemente outros problemas, como uma má alimentação e problemas de sono, que são factores associados à hipertensão arterial.(farmacia.com.pt)
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Cientistas conseguem fazer com que células de melanoma se auto-destruam

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Futuros tratamentos para o cancro da pele podem ter sido criados.
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Um novo composto capaz de provocar a autodestruição de células de melanoma foi identificado, abrindo assim as portas ao fabrico de novos fármacos contra esta patologia.
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Trata-se de uma molécula sintética que activa dois programas de morte celular: a apoptose e a autofagia (a apoptose é uma modalidade específica de morte celular, ligada ao controlo do desenvolvimento e do crescimento, enquanto a autofagia é um processo pelo qual as células são digeridas).
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A descoberta coube a um grupo de cientistas espanhóis do Centro Nacional de Pesquisas Oncológicas, tendo conseguido já em estudos anteriores encontrar estes compostos, mas os medicamentos tinham diversos efeitos secundários, ou simplesmente não eram suficientemente fortes contra a metástase.
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"O interessante deste estudo é ter descoberto o modo pelo qual se activam simultaneamente os dois processos de morte celular", afirmou María Soengas, da equipa de investigadores, adiantando que até ao momento os medicamentos só eram capazes de activar um destes processos mas não os dois ao mesmo tempo.
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"Vimos que com ratos é efectivo, agora temos que melhorar a administração e a eficácia", concluiu.(farmacia.com.pt)
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Má qualidade de sono pode significar pior qualidade de vida

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De acordo com um estudo da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos, quanto pior for a qualidade de sono durante o período de cinco anos, pior é também a qualidade de vida mental. Para Graciela Silva, uma das investigadoras do estudo, uma má noite de sono aumenta a sonolência durante o dia, um factor que também está associado a uma pior qualidade de vida física e mental.
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Através de análises da polissonografia, que mede as mudanças biofisiológicas durante o sono, e ainda de dados clínicos de mais de 3 mil pessoas, os investigadores notaram que uma piora nos sintomas respiratórios durante o sono não afectava de forma significativa os resultados físicos ou mentais. No entanto, os sintomas subjectivos de qualidade do sono e da sonolência diurna estavam associados a um declínio na qualidade de vida.
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“Estas descobertas sinalizam para a importância da percepção da qualidade do sono sobre a qualidade de vida”, concluíram os investigadores.(farmacia.com.pt)
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FDA: Bloqueadores TNF necessitam alertas sobre risco de cancro nas crianças

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A agência norte-americana que regula os medicamentos (FDA) anunciou que está a requerer aos fabricantes de fármacos bloqueadores do factor de necrose tumoral (TNF) que reforcem os alertas dos produtos, sublinhando o risco acrescido de cancro nas crianças e adolescentes que tomam estes fármacos.
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Esta decisão vem no seguimento do término de uma investigação que iniciou no ano passado, na qual a agência reguladora examinou uma possível ligação entre as terapias anti-TNF e o cancro.
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A FDA referiu que a análise dos relatórios de cancro, nos pacientes que receberam os fármacos, demonstrou que o risco acrescido ocorreu, em média, após 30 meses de tratamento. A agência referiu ainda que cerca de metade dos cancros eram linfomas e alguns dos cancros relatados foram fatais.
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A reguladora norte-americana acrescentou que está a trabalhar com as farmacêuticas para explorar novas formas para melhor definir o risco de cancro nas crianças e adolescentes que utilizam bloqueadores do TNF.
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A informação de prescrição, para fármacos como o Remicade (infliximab), o Humira (adalimumab), o Enbrel (etanercept), comercializados em Portugal, o golimumab e o certolizumab, é afectada pelos novos requerimentos.(farmacia.com.pt)
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Falta de luz solar afecta a memória de pessoas depressivas

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Estudo publicado na revista Environmental Health sugere que a falta de luz solar pode estar ligada à redução das funções mentais nas pessoas depressivas.
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A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade de Alabama e da agência espacial Nasa, nos Estados Unidos, tendo recorrido a dados de satélites para medir a exposição à luz do sol ao longo do território do país, relacionando as informações recolhidas com a ocorrência de problemas cognitivos, como a falta de memória, em pessoas com depressão.
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“Observámos que entre os participantes com depressão a baixa exposição à luz estava associada com uma probabilidade mais elevada de prejuízo cognitivo”, afirmou Shia Kent, principal autora do estudo.
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Esta associação não foi no entanto verificada entre os participantes do estudo que não tinham depressão.
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“Essa relação continuou significativa após os ajustes feitos para as diferentes estações do ano. Essa descoberta de que o clima pode não apenas afectar o humor, mas também a cognição tem implicações importantes para o tratamento da depressão, particularmente para os distúrbios afectivos sazonais”, destacou a especialista.
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Os autores do estudo acreditam que os mecanismos psicológicos ligados à depressão sazonal podem também estar envolvidos no efeito da luz solar na função cognitiva no contexto dos sintomas depressivos. (farmacia.com.pt)
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Composto velaglucerase alfa apresenta resultados positivos para Doença de Gaucher

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Resultados de um estudo de Fase III revelaram que o composto velaglucerase alfa, da Shire, para o tratamento da Doença de Gaucher tipo 1 apresentou resultados positivos, atingindo o objectivo primário.
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O estudo envolveu 25 pacientes que nunca realizaram tratamento, com dois anos ou mais, que receberam aleatoriamente uma de duas doses de velaglucerase alfa durante 12 meses. Os resultados demonstraram que os pacientes do grupo da dose mais elevada atingiram um aumento significativo da concentração média de hemoglobina, em relação aos valores iniciais, assim como melhorias significativas nas plaquetas e no tamanho do baço.
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A farmacêutica declarou que a dose mais baixa também resultou em melhorias significativas na hemoglobina, contagem de plaquetas e volume do baço.
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A Doença de Gaucher é uma doença rara, genética e hereditária que conduz a uma acumulação de glicocerebrósidos, um produto do metabolismo das gorduras. Esta doença produz um aumento de volume do fígado e do baço e uma pigmentação pardacenta da pele.A maior parte das pessoas que sofrem da Doença de Gaucher desenvolvem o tipo 1, que tem como resultado o aumento de tamanho do fígado e do baço juntamente com anomalias nos ossos.
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As anomalias ósseas podem provocar dor e tumefacção nas articulações. As pessoas gravemente afectadas também podem desenvolver anemia e uma incapacidade para produzir glóbulos brancos e plaquetas, tendo como resultado palidez, fraqueza, susceptibilidade às infecções e hemorragias.(farmacia.com.pt)
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Exercícios ajudam a combater fadiga e depressão em pessoas com leucemia

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Um estudo realizado pela Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, sugere que a prática regular de exercícios físicos pode ajudar a combater a fadiga e a depressão em pacientes com leucemia.
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Segundo os autores do estudo, a prática de exercício físico pode igualmente melhorar a resistência cardiovascular e manter a qualidade de vida dos pacientes que estão a ser tratados para a leucemia.
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Cada um dos dez pacientes do estudo estavam a ser tratados para este tipo de cancro, tendo recebido um equipamento de exercícios especialmente preparado para minimizar o risco de infecções, para além de participarem em sessões individuais no hospital durante o internamento com um período de três a cinco semanas.
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Os resultados, juntamente com a prática de exercícios aeróbicos em casa após a alta, foram benéficos para os pacientes, segundo os investigadores.
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“Descobrimos que os pacientes têm uma redução significativa nos resultados de fadiga total e depressão, assim como melhoraram a resistência cardiorrespiratória e mantiveram a resistência muscular”, explicou o investigador Claudio Battaglini, num artigo publicado na revista Cancer Therapies. (farmacia.com.pt)
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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Consumo de morangos associado a um menor declínio cognitivo

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Segundo diversas pesquisas apresentadas no Berry Health Symposium, nos Estados Unidos, o consumo de morangos pode proteger o coração, reduzir os riscos de cancro e actuar como anti-inflamatório, para além de ser benéfico para o cérebro.
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O estudo do Projecto Chicago de Envelhecimento Saudável, por exemplo, revelou que os idosos que consomem morangos pelo menos uma vez por mês têm um menor declínio cognitivo. Da mesma forma, um outro estudo demonstrou que as mulheres que consomem mais do que uma porção de morangos por mês tinham uma probabilidade 16% menor de vir a sofrer um declínio cognitivo comparativamente a quem não consumia o fruto.
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Os especialistas acreditam que as propriedades anti-inflamatórias dos morangos, juntamente com os seus componentes antioxidantes, podem ser os responsáveis por estes resultados pois a maioria dos processos das doenças inicia-se através da inflamação e da oxidação, que provocam danos nas células.
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"Membranas saudáveis das células nervosas promovem óptima comunicação dentro do cérebro e do sistema nervoso, então prevenir os danos causados pela inflamação e oxidação é essencial”, concluíram os cientistas.(farmacia.com.pt)
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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Tratamentos para a psoríase podem aumentar risco de cancro

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Uma investigação, publicada na “Journal of the American Academy of Dermatology”, revelou que tanto os tratamentos tradicionais como as novas terapias para a psoríase podem aumentar o risco dos pacientes desenvolverem determinados cancros.
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Os pacientes com psoríase moderada a grave podem necessitar de tratamento ao longo da vida com uma variedade de terapias para aliviar os sintomas desta doença.
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O Dr. Jeffrey M. Weinberg, do Centro Hospitalar de St. Luke's-Roosevelt, em Nova Iorque, e colegas relataram que o tratamento a longo prazo com a terapia PUVA (fotoquimioterapia) está associado a riscos acrescidos de melanoma maligno agressivo, assim como de uma forma de cancro da pele menos agressivo, denominado carcinoma cutâneo de células escamosas.
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Durante a terapia PUVA, os pacientes recebem o fármaco psoraleno (um medicamento que provoca fotossensibilização) e posterior exposição a uma fonte ultravioleta A.
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Por outro lado, o tratamento com radiação ultravioleta B (UVB) não parece aumentar o risco de cancro da pele tipo melanoma ou não-melanoma.
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Os investigadores referiram que os fármacos metotrexato, ciclosporina ou micofenolato de mofetil têm sido associados a riscos acrescidos de distúrbios linfoproliferativos, em ensaios que envolveram pacientes com artrite reumatóide e em casos clínicos de psoríase. Os distúrbios linfoproliferativos envolvem um aumento da produção de linfócitos, o que é normalmente observado como resposta a uma infecção.
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Embora o risco de malignidades das novas terapias biológicas continue pouco claro, estudos sugerem que os bloqueadores TNF (factor de necrose tumoral) podem provocar um risco ligeiramente acrescido de cancro, incluindo cancro da pele tipo não-melanoma e cancros do sangue. Estas novas terapias incluem o infliximab (Remicade), o etanercept (Enbrel) e o adalimumab (Humira).
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Entretanto, os pacientes com psoríase devem realizar um meticuloso historial oncológico e familiar, exame à pele e especialmente análises ao sangue para identificar quaisquer possíveis anomalias sanguíneas, antes de iniciarem alguma das novas terapias biológicas ou tradicionais para a psoríase.(farmacia.com.pt)
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