quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Maior avanço contra a doença de Alzheimer dos últimos 15 anos

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Cientistas britânicos e franceses identificaram três novos genes relacionados com a doença, podendo reduzir em até 20% os seus índices de incidência.
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A equipa britânica identificou com sucesso dois dos três genes, denominados por clusterina (CLU) e PICALM, cabendo à equipa francesa denominar o receptor complementar 1 (CR1).
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Os investigadores conseguiram assim assegurar que, caso as actividades dos genes descobertos sejam neutralizadas, poderá ser possível prevenir, numa área como a do Reino Unido (onde existem 61 milhões de pessoas), 100 mil novos casos anualmente da variante mais comum da doença de Alzheimer, em idade mais avançada.
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O gene clusterina é conhecido pela sua propriedade protectora do cérebro, ajudando-o a desfazer-se dos amilóides, uma proteína potencialmente destrutiva.Estes genes também ajudam a reduzir as inflamações que danificam o cérebro provocadas por uma excessiva resposta do sistema imunológico, função que compartilha com o CR1.
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Os cientistas acreditam que a inflamação cerebral pode ter um papel bastante mais importante no que concerne ao desenvolvimento da doença de Alzheimer, podendo surgir assim novos tratamentos mais eficazes para esta patologia.
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Esta doença neurodegeneratica não tem cura, manifestando-se através de uma deterioração cognitiva e transtorno de conduta devido à morte dos neurónios e de uma atrofia cerebral.(farmacia.com.pt)
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Operación de separación

Sherwin / EFE
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Una pareja de siameses descansa en la unidad de cuidados intensivos de un hospital de Shanghai (China). La organización no gubernamental 'Mercy Angel' ha aportado unos 8.000 euros para la operación de separación. (20.minutos.es)
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Nahuel y Jaume

Biel Aliño / EFE
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Nahuel y Jaume, los primeros gemelos del mundo nacidos tras la combinación de dos técnicas de preservación de la fertilidad que ha permitido ser madre a Pilar Rams, de 39 años, tras superar un cáncer de mama, durante su presentación en el Hospital Universitario Doctor Peset de Valencia, al cumplirse un mes de su nacimiento. Se trata del primer embarazo en España y el único gemelar del mundo tras el implante de tejido ovárico en una mujer que había superado un cáncer de mama.(20minutos.es)
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domingo, 6 de setembro de 2009

FDA alerta que fármacos para perda de peso Xenical e Alli podem causar danos no fígado

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A agência norte-americana que regula os medicamentos (FDA) referiu que o fármaco para a perda de peso orlistato, comercializado como Xenical e Alli, pode aumentar o risco de danos graves no fígado.
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Entre 1999 e 2008, a agência norte-americana recebeu 32 relatos de danos hepáticos graves em pessoas que estavam a tomar orlistato. Entre estas pessoas, 27 necessitaram de hospitalização e seis sofreram de insuficiência hepática.
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O orlistato bloqueia a absorção de gordura no estômago e intestino delgado e assim reduz a ingestão de calorias. Os efeitos secundários mais comuns do Xenical e do Alli são mancha oleosa rectal, flatulência com descarga fecal, sensação de urgência em defecar, fezes gordurosas/oleosas, evacuação oleosa, aumento da defecação e incontinência fecal, ou seja, o fármaco pode provocar diarreia gordurosa incontrolável. Para as pessoas que tomam o fármaco, estes efeitos secundários são um poderoso incentivo para não ingerirem comidas gordurosas.
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Como o orlistato bloqueia a absorção de gordura, também bloqueia a absorção de vitaminas solúveis em gordura, como as vitaminas A, D, E e beta-caroteno. As mulheres que tomam orlistato são aconselhadas a tomarem suplementos multivitamínicos.
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Um dos poucos sinais iniciais evidentes de alerta relativamente a danos no fígado é a icterícia, que se caracteriza pela cor amarelada da pele e da zona branca dos olhos. Outros sintomas de danos hepáticos podem incluir fraqueza, fadiga, irritabilidade, dores de cabeça, febre, urina castanha, fezes de cor clara, dor no lado direito abaixo da caixa torácica e prurido na palma das mãos e planta dos pés.(farmacia.com.pt)
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Deixar de fumar antes de uma cirurgia reduz problemas de cicatrização

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As pessoas que iniciam a terapia de substituição da nicotina, pelo menos, quatro semanas antes de uma intervenção cirúrgica podem reduzir para metade os riscos de sofrerem de problemas de cicatrização.
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O professor Peter Sawicki, director do Instituto Alemão para a Qualidade e Eficiência nos Cuidados de Saúde (IQWiG, sigla em alemão), referiu que não é fácil deixar de fumar mesmo antes de uma operação, mas as pessoas que fumam têm mais probabilidades de sofrer complicações após uma intervenção cirúrgica, em comparação com as pessoas que não fumam.
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De acordo com os resultados da actual investigação, o IQWiG concluiu que a terapia de substituição da nicotina, além de ajudar as pessoas a deixar de fumar, pode evitar complicações após uma cirurgia.
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A terapia de substituição ajuda a reduzir os sintomas de abstinência, uma vez que as pessoas, apesar de não fumarem, recebem nicotina através de adesivos ou pastilhas elásticas.
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Os resultados demonstraram que, após a terapia de substituição da nicotina, iniciada pelo menos quatro semanas antes de uma cirurgia, apenas 14 por cento dos pacientes que fumavam tinham problemas de cicatrização, em comparação com 28 por cento dos pacientes que não seguiram o tratamento para deixar de fumar.
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A falta de oxigénio pode provocar uma má ou fraca cicatrização, após as intervenções cirúrgicas, que é uma das complicações mais comuns das cirurgias. Os anestésicos e a operação reduzem o abastecimento de oxigénio ao organismo e fumar diminui a quantidade de oxigénio disponível no sangue, o que pode dificultar a cicatrização das feridas, que um processo que requer oxigénio.(farmacia.com.pt)
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Vitamina C importante para o desenvolvimento mental dos recém-nascidos

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Investigadores dinamarqueses sugeriram que a deficiência de vitamina C pode prejudicar o desenvolvimento mental dos recém-nascidos.
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O estudo realizado com animais, publicado na “The American Journal of Clinical Nutrition”, demonstrou que os porquinhos-da-índia recém-nascidos sujeitos a uma deficiência moderada de vitamina C apresentavam 30 por cento menos células do sistema nervoso no hipocampo cerebral e uma notória pior memória espacial, em comparação com os porquinhos-da-índia que receberam uma dieta normal.
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O investigador principal, o Dr. Jens Lykkesfeldt da Universidade de Copenhaga, sugeriu que os seres humanos, tal como os porquinhos-da-índia, dependem da dieta alimentar para receber vitamina C.
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O estudo estimou que entre 5 e 10 por cento dos recém-nascidos na Dinamarca e noutros países ocidentais podem sofrer de deficiência de vitamina C.
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O Dr. Lykkesfeldt referir que as crianças podem apresentar dificuldades de aprendizagem, porque não receberam vitamina C suficiente no início da vida.
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O investigador acrescentou que isto é intolerável, visto que seria tão fácil prevenir esta deficiência através da administração de suplementos a grávidas de alto risco e a novas mães.(farmacia.com.pt)
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Comer durante a noite pode aumentar o peso

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Estudo efectuado pela Universidade de Northwestern afirma que comer durante o horário de sono pode provocar aumento de peso.
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Segundo o jornal New York Times, a pesquisa foi conduzida para se averiguar se o comer durante a noite contribuía para o aumento de peso devido a razões comportamentais, tais como comer em excesso enquanto se vê televisão, ou por motivos psicológicos.
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Os resultados revelaram que os ratos que comiam durante as horas normais de sono tinham, em média, um aumento de 48% do seu peso, enquanto que aqueles que comiam o mesmo mas nas horas normais registaram apenas um aumento de 20%.
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Estudos realizados em humanos têm que ser realizados de forma a determinar se as horas de consumo de comida afectam realmente o peso, afirmaram os investigadores.
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"Após o pôr-do-sol não existem frigoríficos, nem comida disponível", afirmou Fred Turek, investigador principal do estudo, referindo-se ao tempo do homem primitivo."Simplesmente não comiam a essas horas, e as pessoas consomem a maior parte das suas calorias depois do pôr-do-sol", concluiu.(farmacia,com.pt)
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Depressão será a doença mais comum do mundo em 2030

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Organização Mundial de Saúde aponta para que nos próximos vinte anos a depressão venha a tornar-se a doença mais comum a nível mundial.
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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão será ainda a doença que irá gerar mais custos económicos e sociais para os governos, afectando mais pessoas do que qualquer outro problema de saúde, incluindo cancro e doenças cardíacas.
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A OMS afirma que os países pobres serão aqueles que vão sofrer mais com o problema pois têm registado mais casos de depressão comparativamente aos países desenvolvidos.Mais de 450 milhões de pessoas são afectadas actualmente por transtornos mentais, sendo a maioria delas de países em desenvolvimento, acrescentou ainda a OMS.
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"Os números da OMS mostram claramente que o peso da depressão (em termos de perdas para as pessoas afectadas) vai provavelmente aumentar, de modo que, em 2030, ela será sozinha a maior causa de perdas (para a população) entre todos os problemas de saúde", afirmou à BBC o médico Shekhar Saxena, do Departamento de Saúde Mental da OMS.
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"Nós poderíamos denominá-la por epidemia silenciosa, porque a depressão tem vindo a ser diagnosticada cada vez mais, está em toda parte e deve aumentar em termos de proporção, enquanto a ocorrência de outras doenças tem vindo a diminuir", concluiu.(farmacia.com.pt)
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Constrangimentos no trabalho podem prejudicar o sono

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Segundo um estudo publicado na revista Sleep, a exposição a situações humilhantes, abusivas ou constrangedoras no trabalho que se repetem podem estar associadas a um aumento de distúrbios do sono.
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Foram avaliados mais de sete mil trabalhadores, tendo os investigadores descoberto que 11% das mulheres e 9% dos homens tinham sofrido comportamentos hostis no ambiente de trabalho pelo menos uma vez por semana. Para além disso, 32% dos participantes admitiu ter presenciado casos desses no ano anterior.
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Uma análise mais detalhada, considerando outros aspectos como a idade, ocupação, horas de trabalho semanais e sintomas depressivos, revelou que a exposição a constrangimentos no trabalho estava associada de forma significativa a relatos de distúrbios de sono entre os participantes.
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Os investigadores acreditam que os homens que sofriam um assédio moral no trabalho quase todos os dias tinham uma probabilidade duas vezes superior de apresentar distúrbios do sono, algo que se verificava igualmente nas mulheres.
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Os especialistas afirmaram que não existe uma relação de causa e efeito, sendo por isso necessário efectuar mais estudos para confirmar essa relação.(farmacia.com.pt)
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sábado, 5 de setembro de 2009

Doentes aprendem a conhecer melhor o seu coração

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Iniciativa alerta para os perigos das arritmias cardíacas.
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O serviço de Cardiologia do Hospital São Sebastião (Santa Maria da Feira), com o apoio da Medtronic, está a promover um encontro de doentes, no próximo dia 10 de Outubro, às 15h30m, no Hotel Solverde, em Espinho.
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Esta iniciativa está integrada nas VIII Jornadas de Cardiologia da Medicina Familiar de Aveiro Norte, e tem como objectivos sensibilizar os portugueses para os perigos das arritmias cardíacas, a principal causa de morte súbita, e ao mesmo tempo incentivar a partilha de testemunhos entre os doentes, refere o Dr. Fernando Pinto, cardiologista do Hospital São Sebastião.
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O especialista médico adianta ainda que esta iniciativa também pretende contar com a participação dos familiares dos doentes que podem aprender, durante o encontro, os cuidados básicos de primeiros socorros em situação de paragem cardíaca, o que permite salvar a vida da pessoa.
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A participação no Encontro de Doentes do Coração é gratuita, mas sujeita a inscrição. A organização da iniciativa disponibiliza um autocarro gratuito com partida do Hospital São Sebastião às 15 horas com destino ao Hotel Solverde, e assegura igualmente o seu regresso.
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Uma arritmia é uma perturbação do ritmo cardíaco e pode ter consequências fatais quando não tratada. Os sintomas de alerta são as palpitações, fadiga, vertigens, tonturas, transpiração irregular, enfraquecimento, falta de ar, dor de peito e ansiedade.(farmacia.com.pt)
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Exercício pode reduzir risco de cancro da mama

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Investigadores canadianos afirmam que a prática de exercício físico estava associada a um risco 52% menor de cancro da mama em mulheres na pós-menopausa.
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O estudo, publicado no Journal of Cancer Epidemiology, reforçou a correlação entre o cancro da mama e o excesso de peso e hábito tabágicos.
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Foram avaliadas 280 mulheres com cancro da mama e 280 mulheres sem cancro, sendo que todas eram descendentes de familiares que não eram portadores com mutações nos genes BRCA1 ou BRCA2.
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A pesquisa descobriu que o risco de aumento de peso era maior se o peso aumentasse mais tarde. Uma mulher que aumentasse mais de 9kg após ter ultrapassado 30 anos de idade, ou mais de 5kg após os 40 anos tinha uma probabilidade quase duas vezes superior de sofrer cancro da mama comparativamente a uma mulher com peso estável. O risco triplicava se o peso máximo fosse alcançado após os 50 anos de idade.
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"O cancro é uma doença complexa e pode estar latente durante vários anos", afirmou Vishnee Bissonauth, investigador principal do estudo. "Assim, é importante trabalhar nos factores que podemos controlar e ter um estilo de vida saudável, o que inclui vigiar o peso, evitar fumar e praticar exercício regularmente", concluiu.(farmacia.com.pt)
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Especialistas revelam sinais que podem indicar cancro dos ovários

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O cancro do ovário é o mais difícil de ser diagnosticado, tornando-se assim o mais perigoso. Quando descoberto é letal em 70% dos casos. Embora não seja o que mais mata em termos relativos, esta neoplasia também faz muitas vítimas.
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Foi com o intuito de minimizar estes dados que os investigadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido, examinaram dados de 212 mulheres com mais de 40 anos de idade e diagnóstico de cancro dos ovários, e 1060 mulheres saudáveis.
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Existem sete sintomas que são reportados de forma frequente e que aparentam estar associados ao cancro dos ovários, e que foram relatados pelos especialistas como sinal de alerta.Os sintomas são os seguintes:
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- distensão abdominal (aumento progressivo do abdómen)
- maior frequência urinária
- dor abdominal
- sangramentos na pós-menopausa
- perda de apetite
- sangramentos no recto
- inchaço abdominal
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A distensão abdominal foi o que se revelou mais indicativo da doença, com uma em cada quarenta mulheres com esse sintoma a ter a doença.
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As análises revelaram ainda que a dor e a distensão abdominal, assim como uma maior frequência urinária, eram sintomas reportados cerca de seis meses antes do diagnóstico.
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Os investigadores recomendam assim que as mulheres estejam atentas a estes sintomas, especialmente aquelas com historial familiar deste tipo de doenças, aconselhando-as a realizar exames regulares para que a doença seja diagnosticada precocemente, facilitando assim o tratamento.(farmacia.com.pt)
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Comer devagar ajuda a reduzir consumo de calorias

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Estudo afirma que colocar porções mais pequenas de comida na boca e mastigá-la durante mais tempo pode ajudar a reduzir a ingestão de calorias, e assim a perder mais peso.
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Segundo os autores do estudo, efectuado pela Universidade de Wageningen, na Holanda, a prática faz com que as pessoas se sintam saciadas mais rapidamente, acabando assim por comer menos também.
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No estudo foram avaliados oito homens e catorze mulheres saudáveis, com uma média de idades de 21 anos, que passaram a consumir uma determinada quantidade de pudim de chocolate.
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Cada um dos participantes foi colocado em diversas situações, podendo escolher o tamanho da mordida do alimento, pequena ou grande, e ainda o tempo de mastigação, três ou nove segundos.
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Os resultados revelaram que as porções menores de comida na boca e mastigadas durante mais tempo estavam associadas a um menor consumo de alimentos de forma geral, levando os investigadores a recomendar esta prática para aqueles que pretendem combater a obesidade.(farmacia.com.pt)
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Quimioterapia provoca distúrbios do sono

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Estudo norte-americano afirma que tratamentos sucessivos de quimioterapia podem prejudicar o sono em pacientes com cancro da mama.
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Segundo a equipa de investigadores da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, estas descobertas não causam surpresa pois os distúrbios do sono são comuns em pacientes com cancro, sendo que entre 30 a 40% deles afirmam mesmo ter insónias.
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"Os resultados do estudo sugerem que o nosso relógio biológico é afectado pela quimioterapia", afirmou Sonia Ancoli-Israel, principal investigadora do estudo. "O relógio biológico, ou o ritmo circadiano, ajudam a manter o nosso corpo em sintonia", acrescentou.
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Durante o período de quimioterapia o relógio biológico fica "fora de sintonia", especialmente após o primeiro ciclo de tratamento, mas parece regular-se depois. No entanto, sessões de quimioterapia realizadas de forma repetida podem tornar mais difícil o reajustamento do relógio biológico, afirmaram os cientistas.(farmacia.com.pt)
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Dançar pode ajudar pessoas com doença de Parkinson e Alzheimer

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Hospitais e clínicas psiquiátricas estão a utilizar a dança, mais propriamente o tango, para o tratamento de doenças neurodegenerativas e outros problemas. Os especialistas acreditam que a prática apresenta melhorias ao nível do equilíbrio, auto-estima, coordenação motora e até mesmo na memória dos doentes com Parkinson e Alzheimer.
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A dança já é, de resto, utilizada na Itália e Austrália como tratamento das duas doenças degenerativas, para além de fobias e traumas gerados pela separação de um casal. Investigadores norte-americanos descobriram que as aulas de tango têm apresentado bons resultados no equilíbrio dos pacientes com Parkinson, enquanto que na Grã-Bretanha a mesma dança tem apresentado benefícios ao nível da memória.
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“O tratamento não é apenas terapia e medicamentos, é dar aos pacientes um bom momento para se divertir consigo mesmos", destacou a psicóloga Trinidad Cocha, que ensina tango no Hospital Borda, em Buenos Aires, Argentina.
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“Eles relaxam, e todos os rótulos desaparecem. Aqui, não somos médicos, enfermeiros, músicos ou pacientes. Somos apenas dançarinos de tango”, acrescentou a especialista.
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Apesar dos resultados promissores os investigadores ressalvam que são necessários mais estudos para confirmar os benefícios da dança e mecanismos envolvidos.(farmacia.com.pt)
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Poluição associada a um maior risco de problemas cardíacos em idosos

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A exposição ao monóxido de carbono, mesmo em níveis abaixo dos limites estipulados pela maioria dos países, aumenta o risco de problemas cardíacos em idosos, segundo um estudo norte-americano.
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Foi realizada uma análise a 126 comunidades dos Estados Unidos, tendo a mesma revelado que um aumento dos níveis de monóxido de carbono no ar de uma parte por milhão na exposição máxima diária em apenas uma hora estaria associado a um risco 0,96% superior de hospitalização devido a doença cardiovascular entre pessoas com mais de 65 anos.
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Os investigadores descobriram que a relação entre a poluição e problemas cardiovasculares permanecia significativa mesmo quando os níveis de monóxido de carbono eram inferiores a uma parte por milhão, demonstrando que se trata de um risco para a saúde que é bastante subestimado.
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Outro estudo, realizado pelo Hospital do Coração de São Paulo, no Brasil, revelou ainda que os hipertensos devem também ter mais cuidado no que concerne à poluição atmosférica pois pode agravar os sintomas da doença.(farmacia.com.pt)
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Exposição ao tabaco antes do nascimento afecta o ADN

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Cigarros podem alterar os genes do feto durante a gestação, levando a problemas de saúde mais tarde.
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As mulheres que fumam durante a gravidez podem estar a aumentar as probabilidades do filho vir a ter problemas de saúde, incluindo asma, doenças cardiovasculares e função pulmonar reduzida.
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A equipa de investigadores norte-americanos descobriu que tal acontecia pois fumar durante a gestação alterava os padrões de ADN do feto, nomeadamente no código epigenético. Apesar de desempenhar um papel importante nas pesquisas relacionadas com o cancro, pouco se sabe sobre como as alterações ao nível do código epigenético ocorrem devido a exposições ambientais.
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Os cientistas examinaram a respiração de crianças, bem como informações proveniente de questionários sobre o consumo de tabaco por parte das mães durante a gestação.
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"O estudo apresentou algumas das primeiras evidências de que a exposição in útero, como ao fumo de tabaco, podem estar associadas a alterações no código epigenético", afirmou um dos autores do estudo.
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"Isto pode conduzir a uma nova forma de investigação de mecanismos biológicos que podem explicar como certos efeitos na saúde estão associados ao consumo de tabaco pela mãe", concluiu o investigador, sublinhando a importância de não se fumar, sobretudo durante a gravidez.(farmacia.com.pt)
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Diabetes afecta o humor e a vida sexual de quase metade dos pacientes

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Estudo realizado nos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Alemanha afirma que 44% dos diabéticos podem ter problemas sexuais devido à sua doença, sendo que metade deles admite também que a diabetes afecta o seu humor.
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De acordo com os especialistas, o sexo saudável exige uma interacção entre os sistemas nervoso central, circulatório e endócrino, e os níveis elevados de açúcar no sangue podem ser prejudiciais nesse sentido.
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O estudo incluiu dois mil participantes diabéticos do tipo 2, tendo sido investigado, através da internet, as atitudes, sentimentos, estado de saúde e programas de tratamento dos pacientes, para além das suas necessidades em lidar com a sua doença. Os resultados revelaram que a doença metabólica, frequentemente associada à obesidade, afectava de forma considerável a qualidade de vida dos pacientes.
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Apesar da maioria dos pacientes afirmar que sente ter a sua doença controlada, quase metade deles apresentava disfunção sexual devido à diabetes, incluindo problemas ao nível da erecção e desejo sexual. Para além disso, a doença afectava o seu humor, com os homens a manterem-se mais calmos e confiantes, enquanto que as mulheres eram mais propensas a sentirem-se frustradas e cansadas.
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As análises revelaram que a maioria dos pacientes tinha peso acima da média e estava em tratamento para a pressão e colesterol elevados. Um terço dos participantes afirmou não realizar actividades físicas e muitos estavam obesos, o que contribuía para o número elevado de pessoas com disfunção sexual e problemas de humor.(farmacia.com.pt)
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Berço especial evita o bolçar dos bebés

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Médicos belgas criaram um berço capaz de evitar a regurgitação, um problema que afecta um em cada cinco bebés e que pode provocar irritação no esófago.
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A técnica consiste em fazer com que a criança durma de barriga para cima e inclinada num ângulo de 40 ou 50 graus. Os benefícios foram observados num estudo realizado em 25 bebés num período entre três semanas e três meses, e que não correspondiam aos tratamentos convencionais, seja com medicamentos ou alimentação.
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Após o período de uma semana a utilizar o novo berço, os investigadores notaram que 75% dos bebés tiveram uma redução no índice de refluxo.
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"A regurgitação acontece quando o estômago do bebé está cheio, e um pouco dos líquidos estomacais sobe ao esófago. A inclinação proporcionada pelo berço antirregurgitação é ideal para evitar que isso aconteça, sem maior desconforto para o recém-nascido", explica Yvan Vandenplas, do departamento de pediatria do Hospital Universitário de Bruxelas.
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"Tendo em conta o período de desespero entre os pais quando os seus bebés não param de chorar, o berço oferece uma solução muito mais rápida que os tratamentos convencionais: as melhoras começam a ser observadas já no primeiro dia de uso", acrescentou.
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Apesar dos resultados promissores, o especialista adiantou que o estudo está ainda em fase inicial pelo que é necessário fazer uma avaliação num maior número de bebés.(farmacia.com.pt)
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Teste ao tornozelo pode ajudar a detectar doença arterial

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Segundo investigadores norte-americanos, um teste de apenas 15 minutos efectuado no tornozelo, medindo o fluxo sanguíneo, é o suficiente para detectar a doença arterial periférica.
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O teste pode ser particularmente benéfico para detectar a doença em pessoas que já tiveram um acidente vascular cerebral (AVC) ou acidente isquémico transitório.
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Aqueles que se encontram nestes dois grupos têm um risco de sofrer um novo AVC, acidente isquémico ou ataque cardíaco que pode vir a ser fatal, alertou o investigador principal do estudo, Souvik Sen.
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O teste efectuado ao tornozelo utiliza um dispositivo similar ao utilizado para medir a pressão arterial. Fluxo sanguíneo mais fraco é um sinal indicador de doença arterial periférica, afirmaram ainda os investigadores.
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A doença arterial periférica caracteriza-se por uma diminuição do fluxo sanguíneo nos membros superiores e inferiores devido a obstruções existentes nas artérias. Estas obstruções devem-se ao acumular de placas de colesterol e gordura, causando um estreitamento gradual das artérias e dificultando a passagem do sangue e a chegada de oxigénio necessário aos músculos.(farmacia.com.pt)
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