sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Estudo indica que as emoções podem afectar a sensação de dor

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A revista científica PNAS, segundo um estudo efectuado no Canadá, revela que o humor pode alterar a forma como reagimos à dor. “As emoções ou o humor podem alterar como nós reagimos à dor, pois elas estão relacionadas”, afirma o investigador Mathieu Roy, líder do estudo, acrescentando que a dor pode aumentar quando é associada a pensamentos negativos.
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Treze participantes assistiram a três tipos de imagens diferentes: desagradáveis, agradáveis e neutras, sofrendo pequenos choques dolorosos em simultâneo. Os especialistas calcularam as reacções no cérebro dos voluntários através de ressonância magnética funcional.
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A partir dos testes foi possível separar as emoções ligadas à actividade cerebral que respondem à dor. Os cientistas concluíram que as imagens desagradáveis provocavam dores mais fortes nos voluntários que levavam os choques do que aqueles que experienciaram as agradáveis.
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Os especialistas acreditam que esta descoberta oferece provas científicas de que a dor é controlada pelo humor, podendo abrir caminho para abordagens não-farmacológicas, com imagens e sons, para aliviar a dor. (farmacia.com.pt)
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Gripe A: Jovens correm maior risco mas idosos morrem mais

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Os jovens são os que correm mais riscos de apanhar o vírus da gripe A, mas é nas pessoas idosas que se verificam mais mortes, segundo foi confirmado por novos dados provenientes do México, o primeiro país a ser efectuado por este tipo de gripe.
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Uma equipa de epidemiologistas, conduzida por Victor Borja-Aburto, do Instituto Mexicano da Segurança Social, estudou os processos de mais de 63 mil pessoas que foram atendidas em estabelecimentos de saúde públicos com sintomas de gripe entre o final de Abril e o final de Julho.
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A informação surge na publicação científica The Lancet, publicado online esta quinta-feira.
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Entretanto foi confirmada a morte de um doente com o vírus da gripe A (H1N1) no Hospital de Santo André, a quinta em Portugal de pessoas infectadas com a nova estirpe da gripe.
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O doente tinha antecedentes de hipertensão arterial e obesidade mórbida, tendo dado entrada na UCI no dia 1 de Novembro com o diagnóstico de pneumonia bilateral e insuficiência respiratória grave, o que determinou a necessidade de ventilação assistida e suporte hemodinâmico. (farmacia.com.pt)
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Música pode aliviar o stress e beneficiar o coração

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Segundo um estudo efectuado pela Universidade de Harvard, a música pode contribuir para a recuperação após um procedimento cardíaco, enfarte ou derrame, aliviar o stress e até mesmo reduzir a pressão sanguínea.
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"A música pode aliviar a dor e o desconforto após a cirurgia cardíaca e, em pessoas saudáveis, a música pode reduzir a pressão sanguínea e aliviar o stress", destacaram os especialistas.
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De acordo com um relatório efectuado pelos especialistas da Universidade de Harvard, a musicoterapia é utilizada mais frequentemente em pessoas que foram submetidas a um procedimento cardíaco e para aqueles que estavam em recuperação de enfarte ou a lidar com problemas cardiovasculares, como angina ou insuficiência cardíaca.
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"Para eles, a musicoterapia alivia o stress, oferece uma estratégia de prazer ao enfrentar a doença, e transmite uma sensação de controle", afirmaram os investigadores.
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A Associação Americana de Musicoterapia recomenda a prática de musicoterapia diariamente, durante cerca de vinte minutos, escolhendo músicas que façam a pessoa sentir-se bem consigo mesma. (farmacia.com.pt)
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Genéricos representam um sexto dos medicamentos vendidos

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Uma em cada seis embalagens de medicamentos vendidos em Portugal já é de genéricos.
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A afirmação foi realizada por Manuel Pizarro, secretário de Estado Adjunto e da Saúde, à margem de um debate sobre "Política do medicamento".
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"Há seis meses era apenas uma em cada sete embalagens, concluindo-se assim que a evolução registada mostra que os portugueses confiam cada vez mais nos genéricos", referiu Manuel Pizarro. "A quota dos genéricos em termos de embalagens está em 17,4% e em valor encontra-se nos 18,6% dos medicamentos vendidos em Portugal", acrescentou.
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Já o presidente do Infarmed, Vasco Maria salientou que nem tudo corre bem neste domínio, condenando a proliferação de medicamentos genéricos à volta da mesma substância activa, tendo referido o exemplo da sinvastina, utilizada para combater problemas cardiovasculares e da qual existem várias cópias à venda.
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Ainda sobre a política de saúde, Manuel Pizarro sublinhou que a ambição do Ministério da Saúde é que em cada hospital, onde existe uma urgência a funcionar 24 horas por dia, exista também uma farmácia de venda ao público. "Estão abertas cinco e nos próximos dois, três anos vão abrir mais", referiu. (farmacia.com.pt)
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Temperaturas extremas e poluição do ar aumentam os riscos de enfarte

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A poluição do ar, assim como as temperaturas muito quentes ou frias, podem provocar ataques cardíacos, de acordo com um estudo publicado na revista especializada Heart.
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Segundo os especialistas britânicos, nos dias onde existe mais poluição atmosférica, juntamente com temperaturas extremas, o risco de enfarte é maior porque o organismo pode ser afectado de formas diferentes.
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Foram avaliados 19 estudos, em dois trabalhos diferentes, sobre a temperatura e enfarte, e 26 sobre sobre a relação entre a poluição e risco de ataques cardíacos, tendo descoberto que , dos 12 que tiveram os seus dados recolhidos durante o Inverno, 8 mostraram aumentos do risco de enfarte a curto prazo em temperaturas mais frias, e 7 dos 13 que avaliavam temperaturas mais quentes indicaram aumento nos riscos.
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"Numa cidade que normalmente vê dez ataques cardíacos por dia, os resultados mostram que pode haver um extra de um a quatro enfartes nos dias mais quentes ou mais frios", explicou o investigador K. Bhaskaran, da London School of Hygiene and Tropical Medicine.
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Baseados nos resultados, os autores defendem a necessidade de se realizarem esforços governamentais para reduzir a emissão de poluentes, bem como alertar as pessoas de alto risco quando há previsão de temperaturas extremas ou de altos níveis de poluição do ar. (farmacia.com.pt)
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Obesidade na adolescência aumenta os riscos de esclerose

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Estudo norte-americano sugere que as adolescentes obesas correm um risco maior de desenvolver esclerose múltipla.
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A pesquisa contou com mais que 238 mil mulheres acompanhadas ao longo de quarenta anos, tendo os investigadores notado uma relação do índice de massa corporal (IMC) das participantes aos 18 anos e da forma que elas descreviam a sua silhueta na adolescência com a sua propensão a desenvolver esclerose múltipla na idade adulta.
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Os resultados sugerem que aquelas que apresentavam uma IMC de 30 ou mais aos 18 anos tinham mais do dobro da probabilidade de ter a doença mais tarde comparativamente aquelas com IMC entre os 18,5 e 20,9. Os resultados foram os mesmos quando os investigadores consideravam outros factores que poderiam afectar os riscos, como o tabagismo, idade e etnia.
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"Os nossos resultados sugerem que o peso durante a adolescência – e não na infância ou na idade adulta – é fundamental na determinação do risco de esclerose múltipla", afirmou a investigadora Kassandra Munger.
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"Ensinar e praticar a prevenção à obesidade desde o início, mas especialmente durante a adolescência, pode ser um passo importante na redução do risco de esclerose múltipla mais tarde para as mulheres", concluiu. (farmacia.com.pt)
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Exame de sangue pode detectar precocemente o risco de Alzheimer

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De acordo com um estudo sueco, as mulheres de meia-idade com elevados níveis do aminoácido homocisteína no sangue têm uma propensão duas vezes maior de vir a desenvolver a doença de Alzheimer mais tarde.
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Caso venha a ser confirmada, esta descoberta poderá vir a abrir a possibilidade de novas formas de detecção precoce da doença através de uma análise de sangue, ajudando principalmente as pessoas com um maior risco de ter a doença degenerativa.
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A equipa de investigadores avaliou mais de mil mulheres entre os 38 e os 60 anos de idade a partir dos anos 60, tendo descoberto que a doença de Alzheimer era mais de duas vezes comum entre aquelas com os níveis mais elevados de hemocisteína comparativamente às mulheres com os mais baixos, com o risco de algum tipo de demência a ser 70% maior.
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Os especialistas desconhecem ainda se o aminoácido por si só danifica o cérebro ou se existe outro factor subjacente que pode aumentar os níveis de hemocisteína que está também associado a deficiências de vitamina B12 e folato, assim como os danos provocados aos vasos sanguíneos e ao risco de coágulos ao mesmo tempo que provoca demência.
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Assim, eles sugerem a importância de se realizarem mais estudos para confirmar os resultados e desvendar os mecanismos responsáveis. (farmacia.com.pt)
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Diabetes: 38% dos rastreados têm já a doença ou estão em risco

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Segundo um estudo divulgado, 38% dos 1164 portugueses que foram analisados na segunda fase da campanha de rastreios "Ganhar Saúde" têm um elevado risco de sofrer diabetes no futuro, ou já têm a doença.
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O estudo faz parte do referido projecto, tendo sido realizado pela Função Portuguesa de Cardiologia e pela Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal. Avaliou 1164 utentes de 13 unidades de Saúde Familiar e Centros de Saúde de todo o país.
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Segundo dados recolhidos pela agência Lusa, 41% dos que foram rastreados apresentavam excesso de peso, 34% obesidade, 81,5% um perímetro abdominal acima do recomendável, 19% sabiam ser diabéticos, e 17% estavam em risco elevado de vir a sofrer de diabetes nos próximos 10 anos.
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Estima-se que em Portugal a diabetes afecte cerca de um milhão de pessoas, atingindo cada vez mais os jovens. (farmacia.com.pt)
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Músculos mais fortes podem reduzir risco de Alzheimer

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Segundo um estudo publicado na revista científica Archives of Neurology, os idosos que têm músculos mais fortes podem ter um risco menor de desenvolver Alzheimer.
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"As descobertas apoiam a ligação entre a saúde física e a cognição no envelhecimento e a importância de se manter uma boa função física e a força", afirmaram os autores do estudo.
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Os investigadores avaliaram a força de grupos musculares nos braços e pernas, e músculos respiratórios de 970 pessoas com idades compreendidas entre os 54 e os 100 e que não sofriam de demência, tendo sido observado que os 97 participantes com maior força muscular tinham uma propensão 61% menor de desenvolver a doença de Alzheimer no período de quatro anos, comparativamente a 97 dos participantes mais fracos.
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Para além disso, os mais fortes tinham um declínio inferior das habilidades mentais com o passar do tempo.
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Os autores do estudo acreditam que poderá haver algo a ocorrer no corpo que provocaria tanto a fraqueza muscular quanto a perda de capacidade mental.
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"Certamente pensamos que é importante ser fisicamente activo e exercitar para manter os músculos fortes", destacaram os especialistas. "Uma boa saúde física é importante para uma boa função cerebral", concluíram. (farmacia.com.pt)
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Gripe A está a circular com mais intensidade em Portugal

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O vírus da gripe A H1N1 tem vindo a circular com mais intensidade em Portugal, pelo menos comparativamente aos dados da semana passada, disse este domingo Francisco George, director-geral da Saúde.
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"Sabe-se que há um intensificação da actividade gripal, dentro de um padrão que tinha sido antecipado. O vírus está a circular com mais intensidade, se compararmos os dados com a semana anterior", afirmou.
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O especialista falou à margem do 14º Congresso Nacional de Medicina Familiar, organizado pela Associação Portuguesa dos Médicos de Clínica Geral (APMCG), que decorre esta segunda e terça-feira numa unidade hoteleira de Évora.
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Foram adquiridas seis milhões de doses da vacina contra a gripe A em Portugal para a vacinação de 30% da população, embora essa percentagem possa vir a aumentar pois a dose infantil é metade da dose de adulto.(farmacia.com.pt)
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Aspirina pode prevenir regresso do cancro da próstata

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A aspirina, entre outros medicamentos anticoagulantes, aparenta reduzir a probabilidade do cancro da próstata regressar em pacientes que tinham sido submetidos a tratamentos com radioterapia, afirmou um estudo efectuado pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.
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O cancro da próstata é muito comum entre homens mais velhos que também apresentam um maior risco de problemas cardiovasculares, necessitando frequentemente de tomar anticoagulantes para reduzir a probabilidade de vir a sofrer um enfarte.
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Estudos efectuados em animais demonstram que o uso de medicações anticoagulantes poderia interferir com o crescimento e disseminação de tumores, para além de provocar alterações moleculares que tornariam as células doentes mais sensíveis à radiação.
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A pesquisa contou com 662 homens que faziam radioterapia, sendo que 196 deles tomavam aspirina, 58 coumadina, 24 plavix, e os restantes sem tomar anticoagulantes. Após o período de quatro anos, a recorrência do cancro foi de apenas 9% em homens que tomavam esses medicamentos, comparativamente a 22% dos restantes.
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Apesar dos resultados, os autores do estudo afirmam que os homens que têm cancro da próstata não devem tomar aspirina como forma de controlar a doença visto que esse tipo de medicamentos tem efeitos secundários, incluindo hemorragias internas, sendo necessário aprofundar a relação entre a aspirina e o cancro da próstata.(farmacia.com.pt)
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Anticoncepcionais podem beneficiar mulheres com asma

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Segundo um estudo apresentado no encontro científico do American College of Chest Physicians, as mulheres com asma que não tomam anticoncepcional oral apresentam mais sinais de inflamação nas vias aéreas do que aquelas que tomam a pílula.
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A pesquisa foi efectuada por cientistas do Canadá, tendo avaliado 17 mulheres asmáticas durante os seus ciclos menstruais, sugerindo que as diferenças nos níveis de óxido nítrico exalado - marcador de inflamação associado à doença - podiam explicar os benefícios da pílula para mulheres asmáticas.
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De acordo com os autores, as mulheres que não usavam anticoncepcionais orais apresentavam maiores médias de óxido nítrico exalado comparativamente às que tomavam a pílula. Esse efeito poderia ser um indicador de maior inflamação e estreitamento das vias aéreas, factores relacionados com a piora dos sintomas respiratórios.
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Para além disso foi registado, entre as mulheres que não usavam o método contraceptivo, um aumento nos níveis de estrógeno associado a uma redução do óxido nítrico exalado e um aumento na progesterona que estaria ligado ao aumento desse marcador.
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Baseando-se nestes resultados, os investigadores especulam que os anticoncepcionais orais possam vir a ter um papel importante no controle da asma em mulheres na pré-menopausa.(farmacia.com.pt)
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quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Estudo associa consumo de carnes vermelhas ao risco de cancro da próstata

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Segundo uma pesquisa efectuada pelo Instituto Nacional do Cancro norte-americano, os homens que consomem grandes quantidades de carne vermelha e carnes processadas, como salsichas, salame ou bacon, têm um risco acrescido de desenvolver cancro da próstata.
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A equipa de investigadores acompanhou durante nove anos mais de 175 mil homens com idades compreendidas entre os 50 e os 71 anos, tendo notado que aqueles que consumiam mais carnes vermelhas tinham uma propensão 12% maior à doença, comparativamente aos que ingeriam os mesmos alimentos em menor quantidade.
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Levando em conta outros factores que poderiam influenciar os resultados, como o tabagismo, a prática de exercício física e a escolaridade, os especialistas constataram uma maior relação do cancro, especialmente em estados mais avançados, com o consumo de carnes grelhadas e churrascos, tendo os resultados sido similares para carnes processadas.
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Os autores do estudo afirmam que as descobertas vêm acompanhar as teorias de que as carnes preparadas a elevadas temperaturas podem estar associadas ao cancro por causa dos processos de cozedura que produzem certas substâncias conhecidas por provocar cancro em animais.
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"As descobertas apontam mecanismos potenciais pelos quais certas carnes poderiam promover cancro da próstata", concluíram os autores, destacando ainda a importância de se aprofundarem este tipo de estudos. (farmacia.com.pt)
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OMS garante que vírus da gripe A ainda não sofreu mutação

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou esta quinta-feira que o vírus da gripe A (H1N1) não sofreu mutação e continua estável, enquanto se observa um início precoce do período gripal no hemisfério norte.
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Segundo Keiji Fukuda, representante especial para a gripe da OMS, na América do Norte, por exemplo, continua a ser registada uma transmissão sustentada do vírus, uma evolução semelhante à registada em várias partes da Europa e Ásia Central e Oriental. No entanto, existem situações que são muito variadas, dependendo dos locais.
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A OMS aproveitou ainda para apelar aos países para manterem as acções de prevenção e combate ao vírus H1N1, que permanece preocupante, solicitando à população para não recusar a vacinação contra gripe A.
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Apesar das semelhanças com a gripe sazonal e existirem muitos casos ligeiros, o novo vírus H1N1 continua propagar-se no hemisfério Norte, provocando um número crescente de infecção.
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"Certas pessoas especularam sobre o facto de a infecção pandémica ser fraca e subestimaram-na", acrescentou ainda Fukuda.(farmacia.com.pt)
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Comer devagar pode ajudar a controlar o peso

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Colocar porções mais pequenas de comida na boca e mastigar durante mais tempo pode ajudar a controlar o peso, afirmou a revista especializada Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. De acordo com os investigadores, comer mais rapidamente pode atrapalhar a libertação de hormonas responsáveis pela sensação de satisfação, fazendo com que as pessoas comam em excesso.
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O estudo avaliou 17 homens saudáveis que tiveram que, em duas ocasiões diferentes, consumir 300 ml de um gelado em cinco ou e trinta minutos. Analisando amostras de sangue, os investigadores notaram que ao comer mais devagar, os participantes apresentavam uma maior resposta do peptídeo anorexigênico, levando a uma redução do apetite.
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Segundo os especialistas, este estudo apresenta evidências importantes que levam a entender melhor certos aspectos da actual epidemia da obesidade.
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"Muitas pessoas, pressionadas por trabalhos e condições de vida exigentes, comem mais rapidamente e em maiores quantidades do que no passado", afirmou o pesquisador grego Alexander Kokkinos. "O nosso estudo oferece uma possível explicação para a relação entre a velocidade em comer e a alimentação em excesso, mostrando que a taxa na qual alguém come pode afectar a libertação de hormonas gastrointestinais que sinalizam para cérebro parar de comer", concluiu.(farmacia.com.pt)
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Novo método contraceptivo hormonal masculino

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Um contraceptivo (anticoncepcional) masculino é um método, dispositivo ou medicamento utilizado por um homem para prevenir que seus espermatozóides fecundem um óvulo, resultando na gravidez da sua parceira.
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Os métodos mais utilizados consistem no uso do preservativo ou da vasectomia, mas têm vindo a ser desenvolvidos outros.
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Uma injecção contraceptiva destinada ao homem demonstrou a sua eficácia num estudo efectuado pelo Centro de Investigação Nacional de Planificação Familiar de Pequim, na China, efectuado em homens, dos quais apenas 1% concebeu ao fim do período de dois anos.
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O método consiste numa injecção mensal de um undecanoato de testosterona que actua através do bloqueio temporário da produção de esperma, sendo a mesma restabelecida posteriormente, recuperando os seus níveis hormonais seis meses após as injecções serem interrompidas.
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Estima-se que este método venha a estar disponível dentro de cinco anos, podendo vir revolucionar a contracepção masculina.(farmacia.com.pt)
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Vacinar grávidas contra a gripe pode proteger o bebé contra futuras hospitalizações

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Estudo norte-americano sugere vacinação contra a gripe em grávidas como forma de evitar futuras hospitalizações dos bebés.
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A pesquisa foi realizada pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Segundo a pediatra Marietta Vazquez, líder do estudo, o vírus influenza é a maior causa de doença respiratória grave em gestantes e de hospitalização em recém-nascidos, levando os especialistas a recomendar a vacina para as gestantes.
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No estudo, decorrido entre 2000 e 2009, foram identificadas e acompanhadas pelos investigadores mais de 350 mães e respectivos bebés com até 12 meses de idade internados no Yale-Haven Hospital.
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Comparando 157 desses bebés hospitalizados devido à gripe e 230 com resultados negativos para a influenza, os especialistas constataram que a vacina na gestante podia proteger a saúde do bebé.
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"Descobrimos que vacinar as mães durante a gravidez era 80% eficaz na prevenção de hospitalizações por causa da influenza em bebés durante o primeiro ano de vida, e 89% eficaz em prevenir hospitalizações em crianças com menos de seis meses de idade", destacaram os investigadores. (farmacia.com.pt)
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Nova esperança na luta contra a SIDA

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Uma nova empresa especializada na área do VIH, dedicada ao tratamento e assistência das pessoas que vivem com o vírus.
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O CEO promete uma ‘procura incansável’ de novos tratamentos.
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Foi hoje oficialmente lançada a ViiV Healthcare, uma nova empresa especializada na área do VIH, criada pela GlaxoSmithKline (GSK) e pela Pfizer. O Dr. Dominique Limet, Chief Executive Officer da ViiV Healthcare, salientou as prioridades da empresa para satisfazer as necessidades, cada vez mais diversificadas e complexas, das pessoas que vivem com VIH/SIDA em todo o mundo.
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Reflectindo sobre os desafios actuais na área do VIH e sobre a oportunidade para a ViiV Healthcare, o Dr. Limet referiu que “as taxas crescentes de infecção por VIH e a complexidade associada ao tratamento estão na base deste desafio, que é o tratamento da infecção por VIH, com a necessidade de investigação inovadora e a possibilidade de vir a oferecer melhores recursos aos doentes.
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”Segundo o Dr. Limet a descoberta de medicamentos anti-retrovirais para a infecção por VIH foi ‘um sucesso tremendo’, tornando uma doença potencialmente fatal numa doença crónica. Salientou ainda que actualmente mesmo aqueles que têm acesso a cuidados e tratamentos adequados vivem em média menos dez anos que as pessoas não infectadas pelo vírus. “Isto é inaceitável, pelo que devemos ser incansáveis na procura de novos medicamentos”, referiu o Dr. Limet.
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Admitimos que a investigação e o desenvolvimento na área do VIH se tornou mais difícil e é necessária uma abordagem inovadora para desenvolver medicamentos eficazes. “Na verdade, temos de nos aproximar mais das pessoas que vivem com o vírus,” referiu o Dr. Limet. “Muito do nosso esforço histórico foi comandado pelo vírus – uma perseguição da ciência. Esta luta deve continuar, mas devemos também ouvir e compreender melhor as necessidades das pessoas que vivem com o VIH. Se verdadeiramente conseguirmos este equilíbrio, penso que a ViiV Healthcare pode realmente fazer a diferença.” (farmacia.com.pt)
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"Poupança de sono" ajuda a compensar noites mal dormidas

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A privação crónica do sono é um facto para muitas pessoas, mas será possível "compensar" esse atraso aos fins-de-semana?
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Uma equipa de cientistas descobriu que pode levar uma semana ou mais para que as consequências cognitivas ou fisiológicas das noites mal dormidas apareçam, mesmo depois das horas de sono aumentarem.
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Num estudo do Walter Reed Army Institute of Research realizado em 2003, os investigadores examinaram os efeitos cognitivos de uma semana de noites mal dormidas, seguidas de três dias de sono de pelo menos oito horas por noite. Eles descobriram que o sono de "recuperação" não reverteu completamente os resultados no desempenho de um teste de tempos de reacção, especialmente quando os participantes tinham sido forçados a dormir apenas três a quatro horas por noite.
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Um outro estudo semelhante, realizado em 2008, os cientistas do Karolinska Institute, em Estocolmo, constataram que aqueles que dormiam quatro horas por noite em cinco dias, e depois "compensavam" com oito horas de sono por noite na semana seguinte ainda apresentavam ligeiras deficiências cognitivas residuais uma semana depois, embora sem sonolência.
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No entanto, um outro estudo, também do Walter Reed Army Institute of Research, revelou que as pessoas recuperavam bastante mais rápido de uma semana mal dormida quando ela era precedida por uma semana de "acumulação", que incluía dez horas de descanso.
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Assim, seria mais eficaz "adiantar" o sono antes de uma semana de pouco sono, ao invés de tentar recuperá-lo depois.(farmacia.com.pt)
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terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Portugueses estão mais responsáveis nos medicamentos

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Os portugueses têm vindo a adoptar uma atitude cada vez mais responsável no que concerne à utilização de medicamentos, apesar de ainda praticarem alguns erros, especialmente os idosos, afirmou o especialista Mário Beja Santos.
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Estas declarações surgiram no âmbito do lançamento do livro "Quem mexeu no meu comprimido?", lançado esta terça-feira, sendo no entanto uma obra que não comporta qualquer originalidade científica, segundo o especialista.
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Ao longo de 260 páginas, este assessor principal da Direcção-Geral do Consumidor apresenta "noções elementares sobre o medicamento, tanto a doentes crónicos como aos utentes da farmácia".(farmacia.com.pt)
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