terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Obesos sobrevivem melhor a doenças cardiovasculares do que magros

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Cardiologia
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Os obesos correm o risco acrescido de ter doenças cardiovasculares mas também são os que, relativamente aos magros, sobrevivem melhor a essas patologias, revelou hoje o presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, Manuel Carrageta, citando um estudo norte-americano.
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O estudo, a cargo de médicos do Departamento de Prevenção e Reabilitação Cardíaca do Centro Médico Ochsner, em Nova Orleães, foi recentemente publicado na revista Jornal do Colégio Americano de Cardiologia, órgão do qual Manuel Carrageta é membro.
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Em declarações à agência Lusa, o presidente da Federação Portuguesa de Cardiologia considerou a investigação "muito importante", já que "veio confirmar o que se suspeitava: que os obesos suportam melhor as doenças cardiovasculares do que os magros".
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"A gordura acaba por dar ao organismo uma energia adicional que ajuda a combater a doença", explicou, adiantando que as patologias cardíacas "comportam-se de maneira diferente" nas pessoas magras e nas que têm excesso de peso.
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Nos obesos, a doença cardíaca é uma "consequência" do excesso de peso e nos magros é "hereditária", precisou Manuel Carrageta.
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O "facto novo" indicado pelo estudo, e também paradoxal, segundo o cardiologista, é que, apesar de a "obesidade ser um factor de risco muito forte das doenças cardiovasculares, de aumentar a probabilidade do aparecimento de todas as doenças cardíacas", quando a "pessoa obesa está doente, a doença do coração tem menos gravidade do que nos magros".
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"As pessoas gordas que emagrecem um pouco, melhoram muito", sublinhou, acrescentando que a resposta ao tratamento é bem sucedida em todas as patologias cardiovasculares, como a insuficiência cardíaca, hipertensão, angina de peito, doenças vascular periférica e coronária.
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Por isso, advogou o presidente da Federação Portuguesa de Cardiologia, os médicos não devem "culpabilizar, penalizar o doente por ser gordo" mas antes "aconselhá-lo a perder um pouco de peso".
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O estudo permite "dar mais esperança ao doente" obeso, concluiu Manuel Carrageta, sustentando que "o optimismo ajuda a curar".(Público - Peso & Medida)
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sábado, 5 de Dezembro de 2009

Disfunção Erétil

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A disfunção erétil (DE) ou dificuldade de ereção caracteriza-se por uma alteração no processo de ereção peniana, em que o homem não consegue manter o pênis ereto para realizar a penetração ou mantê-lo rígido durante todo o ato sexual. O termo popular para o problema é "impotência", o que acaba por criar alguns estigmas em seus portadores.
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Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 30% da população mundial manifesta algum tipo de DE. No Brasil representa algo em torno de 11 a 15 milhões de homens com o problema.
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Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia a dificuldade de ereção atinge 1% dos homens abaixo de 19 anos, 3% aos 45 anos, 6,7% entre 45 e 55 anos e 25% até 75 anos.
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A disfunção erétil pode ocorrer uma única vez ou algumas vezes na vida do homem, como também pode se tornar constante ou permanente. As causas variam, podendo ser de origem emocional, como ansiedade, tristeza, depressão, stress e problemas no relacionamento; ou de origem física, como alterações no fluxo arterial, alterações de glândulas e hormônios, como as provocadas na Diabetes, traumas, uso de alguns medicamentos, uso abusivo de drogas e álcool e problemas no sistema nervoso.
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O diagnóstico da DE pode ser feito através de um exame físico, realizado por um urologista, e também por exames laboratoriais. É importante o homem estar atento a alguns sinais, analisar sua satisfação sexual e observar alguma dificuldade em manter a ereção, e com que freqüência isso ocorre, dividindo estas informações com o seu médico.
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Inúmeros medicamentos já estão disponíveis no mercado. Os mais utilizados são os de via oral, como a Tadalafila, Sildenafila, Vardenafila e Lodenafila. Eles atuam bloqueando uma substância no corpo chamada PDE5, e que propicia a ereção mais rígida e prolongada para uma relação sexual satisfatória. Mas é importante lembrar que estes medicamentos só são efetivos para usuários que sentem prazer, excitação. Ou seja, eles apenas estimulam e mantém a ereção, não provocando a rigidez.
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Os medicamentos para estímulo da ereção apresentam bons índices de eficácia e sua dose/administração não tiram a espontaneidade das relações sexuais. Em princípio, qualquer homem que apresenta DE pode fazer uso desses remédios, sendo contra indicado apenas para portadores de problemas cardíacos muito graves ou que indivíduos que fazem uso de nitratos.
Além da medicação oral existe ainda a opção de tratamentos por via intravenosa. Para casos mais graves, existe a possibilidade de uso de dispositivos mecânicos de ereção à vácuo ou próteses penianas infláveis ou maleáveis, ou ainda a cirurgia vascular.
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O importante é saber que há opções de tratamento eficazes, que podem e devem ser avaliadas e indicadas por um médico especialista, de acordo com cada caso.
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O tratamento melhora a qualidade da relação sexual e, consequentemente, dos relacionamentos dos homens com DE. Este é um dado confirmado por pacientes e suas parceiras. (remediocerto.com.br)
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Como tratar a próstata aumentada

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A hiperplasia prostática benigna ou próstata aumentada, como é conhecida popularmente, se caracteriza pelo aumento da glândula da próstata em homens a partir dos 50 anos. É um processo natural do envelhecimento masculino, que não oferece riscos de doenças mais graves. No entanto, o aumento da próstata pode ocasionar sintomas desconfortáveis ao homem, tais como urgência em urinar, aumento da freqüência (principalmente durante a noite) e esvaziamento incompleto da bexiga.
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O aparecimento destes sintomas indica uma obstrução total ou parcial da passagem da urina, devido esta glândula estar localizada ao redor do tubo da bexiga e da uretra.
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Os primeiros indícios do problema notados pelos homens é o fato do jato da urina não atingir a mesma distancia e não sair com a mesma força de quando eram jovens. A HBP pode ser diagnosticada através de um exame físico, com testes que medem o fluxo e a intensidade da urina, ou ainda por raio-X e ultrassom.
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O tratamento varia de acordo com os sintomas, podendo ser clinico ou cirúrgico. Na área clínica, são comumente utilizados dois tipos de medicamentos. Os hormonais reduzem o tamanho da glândula da próstata ao atuar diretamente na testosterona, o hormônio masculino. O mais comumente utilizado neste segmento é o Finasteride (Proscar), que é administrado com apenas um comprimido uma vez ao dia.
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Por agir apenas na próstata, é considerado um medicamento seguro e praticamente livre de efeitos colaterais. Geralmente é utilizado por um longo período porque a glândula começa a diminuir e os sintomas melhoram somente após 3 meses ou mais de tratamento contínuo. Ao interromper a medicação, a glândula volta a crescer rapidamente.
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Outro grupo de medicamentos utilizado, conhecidos como alfabloqueadores, age no relaxamento do músculo da próstata e no gargalo da bexiga. Estes remédios promovem um alívio quase que imediato dos sintomas, porém por atuar em outros músculos do corpo, podem gerar efeitos colaterais desagradáveis, como fraqueza e desmaios. A escolha do medicamento depende dos sintomas e da idade do paciente, porém apenas o médico é capaz de avaliar qual a melhor conduta. De qualquer forma, o tratamento medicamentoso é aconselhado para pacientes que apresentam sintomas leves, ou que não queiram ou não possam ser submetidos a nenhuma operação.
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A cirurgia é um método eficaz para o tratamento da HBP em relação às outras opções terapêuticas, mas o risco de complicações é maior.
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Embora faça parte de um processo natural do organismo masculino, alguns cuidados podem prevenir ou retardar a ação da HPB, tais como limitar o consumo de álcool, café e alimentos condimentados; beber oito ou mais copos de água diariamente; evitar tomar por conta própria medicamentos que contenham efedrina (Claritin, Histadin, Tylenol Sinus, etc). (remediocerto.com.br)
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A importância da vacinação

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A vacinação tem como objetivo estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos para proteger o organismo, em caso de contato com algum agente infeccioso, por meio do próprio agente, ou parte dele, em sua forma inativada ou atenuada. Desta maneira, ela atua prevenindo o surgimento de doenças causadas por vírus e bactérias, sendo geralmente administrada por via injetável.
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Embora todas as pessoas precisem ser vacinadas e exista um calendário especifico para cada faixa etária, é importante destacar a importância da vacinação na infância, especialmente os até os cinco anos de vida.
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Ao nascer, a criança não possui o sistema imunológico formado, o que a coloca em maior risco de contrair doenças. Por isso, as primeiras vacinas que ela recebe, logo que chega ao mundo, é a BCG, que protege contra as formas graves da tuberculose, e a Hepatite B - cuja dose deve ser repetida no segundo mês de vida e 180 dias após o nascimento.
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A partir daí, começa uma série de vacinas, pelo menos 18, que visam a proteção contra doenças como coqueluche, paralisia, meningite, sarampo, catapora, rubéola, tétano, entre outras.
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É importante lembrar que até o primeiro ano de vida, a criança já deverá ter tomado todas as vacinas do esquema básico. Todas essas doses, gotinhas e injeções, geralmente um "pesadelo" para as crianças, são de fundamental importância para o seu desenvolvimento. As vacinas podem ser dadas em postos de saúde, cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) - sem custos para os pais, ou então em clinicas privadas.
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Algumas crianças podem apresentar efeitos colaterais após algumas vacinas, no entanto, eles geralmente são raros e leves, como febre e vermelhidão no local da aplicação. Nada que gere preocupação, especialmente pelo fato de serem medicações bastante seguras.
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É importante sempre observar a validade da vacina que está sendo aplicada e solicitar que ela seja registrada na carteira de vacinação da criança, que ajuda a controlar às doses e períodos de novas administrações.
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Os benefícios da vacinação podem ser atestados pelo fato de muitas enfermidades terem desaparecido ou diminuído consideravelmente, especialmente em regiões onde ela é aplicada corretamente, conforme o calendário. A poliomielite (paralisia infantil) é um exemplo de doença que desapareceu do cenário nacional.
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Segundo dados de 2008 da Organização Mundial de Saúde (OMS), 106 milhões de crianças no mundo estão imunizados contra as principais enfermidades infantis. Mas, apesar do grande volume, a OMS destaca que 24 milhões de crianças ainda não tiveram acesso a essas vacinas.
A vacinação é considerada pelos especialistas um dos principais avanços na saúde pública mundial, evitando pandemias e garantindo adultos mais saudáveis. (remediocerto.com.br)
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Chocolate amargo pode reduzir nível de stress

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Segundo um estudo publicado na revista científica Journal of Proteome Research, o chocolate amargo reduz os níveis das hormonas do stress em pessoas que se sentem muito stressadas.
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Os participantes do estudo consumiram 40 gramas de chocolate amargo diariamente, tendo posteriormente sido analisadas amostras da urina e do plasma sanguíneo no início, meio e final da pesquisa por parte dos investigadores.
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As hormonas cortisol e catecolaminas, ligadas ao stress, foram encontradas em menores quantidades depois do consumo do chocolate.
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De acordo com Sunil Kochhar, um dos autores do estudo, o consumo diário de chocolate resultou em modificações significativas no metabolismo dos voluntários. O investigador acredita ainda que o consumo revelou ter consequências a longo prazo para a saúde humana em apenas duas semanas de tratamento.
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"Isto foi observado através da redução dos níveis das hormonas associadas ao stress e à normalização dos sinais do stress metabólico", afirmam os investigadores.
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Vários estudos já haviam demonstrado que alguns elementos presentes no chocolate, como os polifenóis, poderiam ter benefícios para a saúde.
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Apesar dos resultados, os investigadores lembram que apenas trinta pessoas fizeram parte deste estudo, sendo necessário aprofundar este tipo de pesquisas com um maior número de participantes.(farmacia.com.pt)
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Dieta vegetariana pode necessitar de suplementos vitamínicos

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O vegetarianismo tem vindo a tornar-se cada vez mais popular, um facto demonstrado sobretudo na variedade de alimentação que tem aparecido nos restaurantes onde existem ementas sem ingredientes de origem animal.
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No entanto, especialistas em nutrição afirmam que uma alimentação equilibrada é fundamental para quem segue este tipo de dieta, podendo haver a necessidade de suplementação vitamínica.
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A nutricionista Vivian Suen, da Associação Brasileira de Nutrologia, afirma que devido à não ingestão de carnes vermelhas, fonte de gordura saturada, a dieta vegeratiana pode contribuir para controlar melhor o colesterol, auxiliando na prevenção de doenças cardiovasculares.
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"A pessoa que segue a dieta também acaba por ingerir mais fibras, vitaminas, minerais e menos gorduras saturadas", afirmou.
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A especialista alertou, contudo, que uma dieta vegetariana descuidada pode levar a uma deficiência em ferro, e por consequência, a uma anemia.
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"Chamo a atenção para os vegetarianos radicais ou vegans que não ingerem nenhum alimento de origem animal, como ovos e leite. Podem desenvolver deficiência de vitamina B12, indispensável na formação do sangue e necessária para uma boa manutenção do sistema nervoso e do metabolismo. Nesse caso, é necessário uma suplementação da vitamina", alertou.
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Os suplementos vitamínicos tornam-se ainda mais relevantes quando se trata dos mais jovens.
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"Se a alimentação de uma criança vegetariana for balanceada com a suplementação, para suprir todas as necessidades nutricionais do corpo, a dieta vegetariana pode promover crescimento e desenvolvimento normais", afirmou a especialista.(farmacia.com.pt)
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Obesidade na infância pode levar a problemas na coluna

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Segundo um estudo apresentado no Encontro Anual da Sociedade Norte-Americana de Radiologia, as crianças e adolescentes com peso a mais ou obesos têm uma probabilidade maior de sofrer dores severas nas costas e patologias na coluna.
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Os autores do estudo avaliaram um grupo de jovens com dores nas costas que foram atendidos no hospital nas urgências, tendo notado que a maioria deles estava acima do peso, e muitos deles apresentavam mesmo patologias na parte inferior da coluna, atingindo os discos.
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Foram analisadas imagens da coluna de 188 pessoas com idades compreendidas entre os 12 e os 20 anos que afirmavam ter dores nas costas, tendo os investigadores descoberto que mais de metade tinham anormalidades na coluna lombar, com apenas seis pacientes a não terem doença nos discos.
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As análises revelaram ainda que 68% dos que tinham excesso de peso apresentavam anormalidades, enquanto que apenas 38% daqueles com peso normal tinham esses problemas na coluna.
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“Hérnia discal e doença da coluna são geralmente tidas como um problema de pessoas idosas, mas vimos que ocorre também em jovens obesos. Este é o primeiro estudo a mostrar uma associação entre o aumento do índice de massa corporal e anormalidades de disco em crianças”, afirmou o investigador Judah G. Burns.(farmacia.com.pt)
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Solidão pode ser contagiosa

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De acordo com um estudo da Universidade de Chicago, a solidão pode tornar-se numa doença contagiosa. Os investigadores acreditam que as pessoas que se sentem solitárias têm tendência a compartilhar a sua solidão com outros, havendo a possibilidade dos seus sentimentos de isolamento contagiarem os seus amigos, familiares, vizinhos ou colegas.
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A equipa de investigadores observou a existência de um grande padrão de contágio entre pessoas que sofrem de solidão, levando as mesmas ao limite da rede social quando têm estes comportamentos.
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Os resultados revelaram que as pessoas se sentem mais sozinhas 48 dias por ano, sendo que para cada amigo extra a frequência desse sentimento reduziria em 0,04 dias por semana, correspondendo a dois dias a menos de solidão por ano.
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As mulheres apresentam uma propensão maior a relatar maiores graus de solidão, com a mesma a ter mais chances de se propagar nas suas redes sociais.(farmacia.com.pt)
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Sida: Portugal gasta 200 M€ em anti-retrovirais por ano

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Duzentos milhões de euros, é este o valor gasto pelo Estado Português em medicamentos anti-retrovirais. A estimativa foi revelada por Henrique Barros, coordenador nacional da infecção VIH/Sida, defendendo a diminuição dos preços daqueles medicamentos.
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"Com os anti-retrovirais, Portugal tem uma factura anual que rondará os 200 milhões de euros", afirmou Henrique Barros no final de uma reunião do Conselho Nacional para a Infecção VIH/Sida que decorreu na sala da Tratado de Lisboa, no Pavilhão Atlântico.
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Ainda segundo o responsável, a administração destes medicamentos é uma medida fundamental para combater a Sida, até porque cada doente tratado diminui a possibilidade de transmitir a infecção.(farmacia.com.pt)
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Células estaminais podem reparar danos provocados por enfarte

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Segundo um estudo realizado pela Universidade de Miami, nos Estados Unidos, é possível utilizar células estaminais para reparar danos provocados por ataques cardíacos. De acordo com os autores, as células retiradas da medula óssea poderiam ligar-se às partes danificadas do coração, emitindo sinais que ajudariam o corpo a reparar a lesão.
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Estudos realizados em animais já haviam demonstrado que as células estaminais ajudavam o coração a substituir as células mortas por células vivas.
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Os autores do estudo afirmam que os pacientes tratados com células estaminais apresentaram uma melhoria significativa no coração, pulmão e na função global.
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"A ecocardiografia mostrou melhora na função cardíaca, particularmente naqueles pacientes com maior quantidade de danos cardíacos", destacou o cardiologista Joshua Hare, líder do estudo.
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A pesquisa envolveu 53 pacientes que foram tratados dentro dos primeiros dez dias após o primeiro enfarte. Um quarto deles recebeu infusões do placebo, enquanto os outros receberam várias doses intravenosas de células estaminais recolhidas de um único dador saudável e cultivadas em laboratório.
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Para além de seguro, o tratamento apresentou menos efeitos adversos do que o placebo, sendo ainda eficaz na medida em que ajudou a reparar os danos provocados pelo enfarte.(farmacia.com.pt)
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Nova esperança no tratamento de pulmões em prematuros

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Um estudo publicado no American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine veio trazer novas esperanças para as crianças que nascem com problemas nos pulmões, tendo uma equipa de cientistas demonstrado pela primeira vez que as células estaminais podem proteger e reparar o pulmão de ratos recém-nascidos.
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"O facto realmente excitante que descobrimos foi que as células estaminais são como pequenas fábricas, bombeando factores de cura", afirmou o investigador Bernard Thébaud, da Universidade de Alberta, no Canadá. "Este líquido de cura parece aumentar a potência das células saudáveis do pulmão e ajudá-las a reparar os pulmões", acrescentou o especialista.
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A equipa de investigadores simulou a prematuridade em ratos recém-nascidos, tendo injectado células estaminais derivadas da medula óssea nas vias aéreas dos roedores.
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Após o período de duas semanas, os animais tratados eram capazes de correr duas vezes mais longe, tendo ainda melhores taxas de sobrevivência, do que os restantes.Após exame aos pulmões dos ratos tratados, os cientistas observaram que as células estaminais tinham "reparado" os pulmões, prevenindo ainda outros danos no órgão.
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Seguindo estes resultados, os especialistas acreditam que surgiu uma nova esperança na utilização de células estaminais no tratamento de bebés com doenças crónicas.
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"Em poucos anos prevejo que seremos capazes de aproveitar estas descobertas e começar testes clínicos com bebés prematuros", disse a pediatra Roberta Ballard, da Universidade da Califórnia.(farmacia.com.pt)
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Sida: Mundo poderá ser atingido por uma escassez de recursos nos próximos anos

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O alerta foi dado nesta terça-feira, dia em que se comemora o Dia Mundial de Luta contra a Sida. Uma equipa de investigadores norte-americanos alerta, no entanto, que os recursos para o tratamento da doença podem reduzir-se consideravelmente nos próximos anos.
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De acordo com os autores do estudo, a escassez de recursos irá evitar que milhões de pessoas infectadas com o vírus tenham acesso ao tratamento antiretroviral.
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Segundo uma revista especializada, só nos últimos anos foram gastos cerca de 52 mil milhões de dólares em todo o mundo no combate à doença, com mais de quatro milhões de pessoas em tratamento.
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Por outro lado, um total de 11 milhões de pessoas que necessita de tratamento não o recebe, havendo a estimativa de 33 milhões de infectados. O número de infectados e de pessoas que necessitam de tratamento tende a crescer a um ritmo maior do que o acesso às terapias antiretrovirais.
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Este quadro preocupante exige medidas decisivas para reduzir, pelo menos para metade, a globalidade do VIH, e consequentemente os custos implicados no combate à doença.(farmacia.com.pt)
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Dores nas articulações aumentam risco de quedas dos idosos

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Segundo um estudo publicado no Journal of the American Medical Association, cerca de dois terços dos idosos sofrem de dores que podem aumentar o risco de quedas.
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A pesquisa avaliou dados de 749 pessoas com 70 anos ou mais, tendo as mesmas respondido a uma entrevista sobre saúde e dor, tendo os investigadores descoberto que, comparativamente aos participantes que não tinham dores no corpo, aqueles que tinham dor crónica em duas ou mais articulações apresentavam um risco 50% superior de quedas.
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"No início do estudo, 40% dos participantes relataram experimentar dor crónica em mais de uma área articular, e 24% relataram dor crónica em uma única articulação", afirmou a investigadora Suzanne Leveille, da Universidade de Massachusetts Boston, nos Estados Unidos. "Durante os 18 meses de estudo, 749 participantes relataram um total de 1029 quedas, com mais da metade dos participantes a cair pelo menos uma vez durante esse período", concluiu.(farmacia.com.pt)
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segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Portugueses descobrem gene mutado de cancro

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Foi pela primeira identificado um gene mutado no cancro gastrointestinal que poderá vir ajudar num futuro próximo como biomarcador de prognóstico, ajudando ainda a desenvolver novos fármacos.
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A descoberta foi realizada por investigadores portugueses, nomeadamente do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, liderada por Raquel Seruca, em colaboração com o Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge e Instituto de Biotecnologia e Bioengenharia do Instituto Superior Técnico.
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"Desde há muito tempo que nos preocupamos em encontrar genes mutados, especialmente nos cancros colo-rectal e gástrico, que possam servir como biomarcadores para perceber o estado da doença, modificar a terapêutica dos doentes ou desenvolver novas drogas", disse Raquel Seruca em declarações à Agência Lusa.(farmacia.com.pt)
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Sida: OMS recomenda consumo de antirretrovirais a lactantes

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) defende a utilização de medicamentos antirretrovirais por parte das mães seropositivas durante a amamentação de forma a evitar a transmissão do vírus.
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A recomendação surge na sequência do Dia Mundial Contra a Sida, que se assinala esta terça-feira.
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Iniciar mais cedo a terapia antirrectroviral em adolescentes e adultos, bem como entregar a mais doentes os medicamentos antirretrovirais, foram outros conselhos efectuados pela referida organização.
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Estima-se que 33 milhões de pessoas estejam infectadas com o vírus da Sida a nível mundial, sendo que dois milhões de fatalidades são registadas anualmente.(farmacia.com.pt)
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Consumo excessivo de sal associado a derrame

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Segundo um estudo publicado no British Medical Journal, o consumo excessivo de sal pode estar associado a um aumento do risco de derrames e doença cardiovascular. Os especialistas britânicos e italianos, responsáveis pelo estudo, afirmam que a relação entre o sal e a pressão elevada já se encontra bem estabelecido.
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No entanto, a análise dos resultados de 13 estudos revelaram que a ingestão de sal pode ter um efeito directo no risco de derrames e doença cardiovascular, com uma diferença de 5 gramas por dia mais do que o habitual a estar associada a uma diferença de 25% na taxa de derrame e de 17% na taxa de doença cardiovascular total.
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Seguindo estes resultados, os autores do estudo estimam que uma redução de 5 gramas, equivalente a uma colher de chá, na ingestão de sal poderia evitar mais de um milhão de mortes por derrame, e quase três milhões de mortes por doença cardiovascular anualmente.(farmacia.com.pt)
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Gripe A: 42 notificações de reacções adversas à vacina

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Só no primeiro mês de vacinação foram registadas em Portugal 42 notificações de suspeitas de reacções adversas à vacina contra a gripe A, sendo que a maior parte delas aconteceu em pessoas com idades compreendidas entre os 21 e os 40 anos, adiantou o presidente do Infarmed.
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Das 42 notificações registadas, 22 referem-se a mialgias (dores musculares), 20 a febre e sintomas febris, 14 a reacções no local de administração da vacina (dor, inchaço, edema) e 9 a náuseas e vómitos.
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Segundo o presidente da Autoridade Nacional do Medicamento, todas as situações evoluíram para a cura. As declarações foram feitas durante o balanço do primeiro mês de vacinação, que decorreu esta sexta-feira no Infarmed, e onde o director-geral da Saúde, Francisco George, e a subdirectora-geral da Saúde, Graça Freitas, marcaram presença.(farmacia.com.pt)
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Aumento de peso após os 30 anos está ligado à perda de massa muscular

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Segundo especialistas da Associação Brasileira de Nutrologia, a partir dos 30 anos existe uma maior facilidade em ganhar peso, sendo que este aumento está também associado à perda de massa muscular.
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"Neste período, o organismo reduz em cerca de 5% o gasto calórico, devido à perda de massa muscular e, em consequência, ao processo de envelhecimento", explica o nutricionista Luiz Roberto Queroz, director da Associação. Segundo o especialista, a diminuição das actividades físicas, as alterações hormonais, as mudanças de hábitos alimentares e o stress também contribuem para o ganho de peso.
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O médico sublinha a importância de juntar uma alimentação equilibrada à prática de exercícios aeróbicos e anaeróbicos, bem como reduzir o consumo de alimentos que contêm calorias, como gorduras e açúcar.
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"Os exercícios aeróbicos estimulam a função do sistema cardiorrespiratório e também a queima de gordura. Já os anaeróbicos ajudam a manter ou aumentar a massa muscular, essencial para evitar a queda no metabolismo, comum nessa faixa etária", afirma.(farmacia.com.pt)
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Dois lotes de Zyrtec retirados do mercado

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A autoridade nacional do medicamento ordenou esta sexta-feira a suspensão imediata do medicamento anti-alérgico Zyrtec. A medida surge devido a um erro na cartonagem relativamente à dosagem, não colocando em causa a qualidade do fármaco.
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Através de comunicado no seu site oficial, o Infarmed afirma que a empresa UCB Pharma já está a proceder à recolha voluntária do Zyrtec, dicloridrato de cetirizina, 1mg/ml, solução oral, frasco de 150ml, lotes 09H31 e 09I22, com o prazo de validade de 07/2012 e 08/2012.
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"O erro não põe em causa a qualidade do produto, mas apenas a informação constante na cartonagem", acrescentou ainda o Infarmed.(farmacia.com.pt)
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Cigarro é responsável pela origem de oito tipos de tumor maligno

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A Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia veio alertar para a ligação do tabagismo com a origem de tumores malignos em oito órgãos, nomeadamente a boca, laringe, pâncreas, rins, bexiga, pulmões, colo do útero e esófago. Os cancros dos três últimos órgãos citados encontram-se ainda no topo do ranking de mortalidade no Brasil, acrescentou ainda a referida sociedade.
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"Todas as medidas de prevenção devem ser voltadas para coibir o tabagismo desde o início até a cessação. É importante alertar a população que, quanto mais tempo fumar, mais precocemente começa a maior carga tabágica consumida por dia, e a probabilidade de desenvolver o cancro aumenta progressivamente", explica a pneumologista Ilka Lopes Santoro, presidente da Comissão de Cancro da Sociedade.
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Ainda segundo a especialista, a nova lei anti-fumo é fundamental no processo de consciencialização dos cidadãos, visto que grande parte dos novos casos de cancro poderiam ser evitados através de mudanças de hábitos e comportamentos de risco.
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"As campanhas de educação devem começar nas escolas. Além disso, é fundamental estimular que os médicos – tanto pneumologistas quanto clínicos gerais – dediquem pelo menos cinco minutos das suas consultas para explorar o assunto com o paciente e alertá-lo para os malefícios do tabagismo para a saúde", concluiu.(farmacia.com.pt)
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