terça-feira, 13 de outubro de 2009

Poluição atmosférica pode desencadear apendicite

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Estudo canadiano afirma que a exposição ao ar poluído pode ser responsável por apendicite em adultos devido a reacções inflamatórias.
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A equipa de investigadores descobriu que as pessoas expostas a dióxido de nitrogénio durante uma semana nos meses de Verão, quando os níveis dos poluentes atingem o seu grau máximo, têm uma probabilidade quase duas vezes superior de manifestar a condição, comparativamente aos que não estavam expostos. Esse risco era ainda quatro vezes superior nos indivíduos com mais de 64 anos de idade.
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Foram estudadas cerca de 5 mil pessoas que deram entrada em três hospitais com apendicite durante o período de sete anos. Segundo os investigadores, 52,5% do total das hospitalizações ocorreu entre Abril e Setembro, os meses mais quentes do ano no Canadá. A ligação entre a poluição e a apendicite foi mais acentuada no sexo masculino, possivelmente porque mais homens trabalham ao ar livre.
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Os especialistas acreditam que a apendicite é provocada pela obstrução do apêndice, mas a equipa de investigadores canadianos afirma que a teoria não explica as variações históricas da doença.(farmacia.com.pt)
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domingo, 11 de outubro de 2009

AEM aprovou nova vacina mais abrangente contra a meningite

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A Agência Europeia do Medicamento (AEM) decidiu aprovar uma nova vacina contra a meningite, devendo a mesma chegar a Portugal no inicio de 2010.
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A directora-geral de Saúde, Graça Freitas, afirmou que se trata de uma vacina mais abrangente do que as outras duas que já existiam no mercado, o que permite combater a bactéria pneumococo, bem como 13 serotipos da mesma.
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"É uma vacina mais abrangente. Quer dizer que obviamente que esta vacina é mais eficaz porque tem uma abrangência maior", concluiu Graça Freitas.
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Em semelhança às outras vacinas contra a meningite, a nova vacina não terá comparticipação do Estado.
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A meningite causa 1,6 milhões de mortes por ano, em todo o mundo, entre os quais 1 milhão de crianças com menos de cinco anos.(farmacia.com.pt)
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Efeitos secundários de Viagra a longo prazo ainda são desconhecidos

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O conhecido medicamento para a disfunção eréctil, o Viagra, está associado a diversos efeitos secundários mas os riscos da sua utilização a longo prazo ainda não são totalmente claros.
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O Instituto de Ottawa de Pesquisa em Saúde, no Canadá, analisou 49 estudos públicos sobre o assunto, sublinhando que existe uma falta de dados sobre os efeitos adversos do fármaco quando tomado a longo prazo.
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Os resultados demonstraram que os homens que tomavam Viagra tinham uma propensão 56% superior de apresentar efeitos secundários, principalmente dores de cabeça, dificuldades respiratórias e problemas de visão, quando comparados aos que tomavam o placebo. Foi ainda notado que quanto maior era a dose do medicamento, maior era o risco dos efeitos adversos.
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Os autores destacaram no entanto que o acompanhamento dos referidos estudos não ultrapassou as 12 semanas, não permitindo assim uma conclusão sobre os efeitos do fármaco a longo prazo.(farmacia.com.pt)
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Saúde mental: 20% das crianças europeias têm algum problema

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Dia Mundial da Saúde Mental assinala-se amanhã.
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Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), entre 10 e 20% das crianças europeias têm algum problema de saúde mental, e um quinto delas sofre de perturbações psiquiátricas.
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A nível mundial existe apenas uma pequena percentagem de crianças com diagnóstico psiquiátrico que são tratadas, segundo a pedopsiquiatra Cristina Marques, da Coordenação Nacional para a Saúde Mental.
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Os dados europeus sublinham que cerca de 90% das crianças em idade escolar que têm algum tipo de distúrbio apresentam uma perturbação emocional (ansiedade ou depressão) ou uma má perturbação do comportamento (hiperactividade, impulsividade e agressividade).
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Estes dados surgem a propósito do Dia Mundial da Saúde Mental, que será assinalado este sábado.(farmacia.com.pt)
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Alzheimer: Café reduz o risco da doença

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Segundo um estudo publicado no Journal of Alzheimer's Disease, o consumo regular de café é positivo para o sistema nervoso central, podendo mesmo reduzir o risco de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.
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O estudo decorreu durante cerca de 21 anos acompanhando um grupo de 1400 homens e mulheres, tendo os resultados apontado para que o consumo diário de café consiga estimular o cérebro ao ponto de prevenir doenças.
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Os especialistas afirmam que as razões que apontam para estes efeitos são simples. Em primeiro lugar, inúmeros estudos associam o consumo de café a uma menor incidência de diabetes tipo 2; segundo, estudos desenvolvidos em animais mostram que a cafeína reduz a formação de placas de ateroma no cérebro; e terceiro, o café é rico em antioxidantes, que actuam sobre o sistema circulatório, reduzindo o risco de AVC.(farmacia.com.pt)
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Café pode ser benéfico para o desempenho cognitivo na velhice

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Prevenir a demência não é fácil, sobretudo devido à falta de tratamentos que alterem o curso da doença. O café tem sido associado a um efeito protector do desempenho cognitivo durante a velhice, embora sejam necessários mais estudos para demonstrar essa associação.
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Uma equipa de investigadores finlandeses analisou o potencial associado entre o consumo de café e o desempenho cognitivo em gémeos, tendo esse consumo sido avaliado através de questionários. Depois de terem sido acompanhados, em média, durante vinte e oito anos, o estado cognitivo dos gémeos foi avaliado através de mais um questionário, realizado através de telefone.
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Após o ajuste de diversas variáveis, a análise de regressão linear mostrou que o consumo de café não foi um indicador independente do desempenho cognitivo na velhice. Não foram observadas diferenças consistentes no consumo de café e os resultados a nível cognitivo nos gémeos discordantes. Para além disso, o consumo de café não alterou o risco de deficit cognitivo moderado ou mesmo demência.
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A equipa de investigadores chegou à conclusão que o consumo de café estava associado a diversas variáveis sócio-demográficas e de saúde, embora sejam necessários mais estudos que suportem estes resultados.(farmacia.com.pt)
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Depressão bipolar pode desaparecer após os 30 anos de idade

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Estudo afirma que quase metade dos que sofrem com doença bipolar entre os 18 e os 25 anos podem ter uma piora dos sintomas aos 30, mas têm mais possibilidades de recuperação.
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A pesquisa foi realizada por investigadores da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, e publicada no Journal of Abnormal Psychology.
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"Analisando os resultados de dados qualitativos, reunidos em duas pesquisas em todo o país, descobrimos que há um pico de casos de depressões bipolares na idade adulta. No entanto, ao que parece, os doentes nos quais o transtorno piora por volta dos 30, parecem ter mais possibilidades de tratamento e podem ter uma grande hipótese de reverter o processo", afirmou David Cicero, principal autor do estudo.
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Os dados demonstraram que entre 5% e 6% da população entre 18 e 24 anos sofrem de doença bipolar, contra apenas 3% da população acima dos 29 anos.
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"A maturação do cortex pré-frontal do cérebro, que ocorre por volta dos 25 anos de idade, poderia funcionar como limitador no desenvolvimento do transtorno", explicou Cicero.
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No entanto, alguns cientistas contestam estes dados afirmando que pode ser explicado pela taxa de mortalidade dos indivíduos mais jovens. O número de doentes acompanhados que conseguem diminuir os sintomas da doença por volta dessa idade e que se encontra em recuperação aparentam, contudo, sustentar a versão do estudo.
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Os sintomas da doença bipolar desenvolvem-se normalmente no início da idade adulta, provocando alterações de humor severas e imprevistas, muitas vezes afectando a capacidade de execução de tarefas do dia a dia.(farmacia.com.pt)
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Antidepressivos ligados a problemas de nascimento

Tomar certos antidepressivos durante a gravidez pode aumentar o risco de parto prematuro, ou mesmo prejudicar a saúde do bebé após o nascimento, segundo um estudo.
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A equipa de investigadores comparou os nascimentos entre os bebés de 329 mulheres que tinham sido administradas com inibidores selectivos da recaptação da serotonina durante a gravidez, 4902 mulheres que tinham historial de doenças mentais mas que não tinham sido administradas com os referidos inibidores, e 51770 mulheres sem historial de doenças mentais.
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Comparativamente às mulheres sem historial de doença mental, aquelas que foram administradas com os inibidores selectivos de recaptação da serotonina durante a gravidez tinham uma probabilidade significativamente maior de terem o nascimento do seu bebé cinco dias antes, duplicando esse risco.
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Os investigadores notaram ainda que a exposição aos inibidores, apesar de não afectar o peso dos bebés durante o nascimento, bem como a circunferência da cabeça, estava ligada a sintomas de problemas respiratórios, convulsões ou infecções.
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Estima-se que mais de 10% das mulheres sofram de depressão, devendo as mesmas procurar outras alternativas de tratamento durante a gravidez, sublinham os cientistas.(farmacia.com.pt)
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Mulheres com gripe A podem e devem amamentar

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As mulheres infectadas com o vírus da gripe A (H1N1) podem e devem amamentar os seus bebés, afirmou Sandra Castro, enfermeira especialista em Saúde Materna.
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"Como o vírus da gripe sazonal não passa para o leite materno, pensa-se que aconteça o mesmo com o H1N1. Sendo assim, as mulheres podem iniciar ou dar continuidade à amamentação", afirmou a especialista.
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Estas declarações surgiram no âmbito da Semana Europeia da Amamentação onde o tema gripe A foi abordado junto das grávidas do Hospital de Gaia.
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Já nos casos onde a mulher contraiu o vírus H1N1 os cuidados da administração do leite devem ser, sempre que possível, realizados por alguém não doente.
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"A mãe doente com gripe A deve ser encorajada a fazer a extracção do seu leite. Durante o período de contágio, o bebé deverá receber o leite que a mãe extraiu, dado por uma pessoa não doente", frisou Sandra Castro.
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Os bebés não amamentados estão mais vulneráveis à infecção e à hospitalização devido a doenças respiratórias graves comparativamente aos amamentados, e os recém-nascidos não amamentados têm uma capacidade menor de se defenderem de infecção pois não dispõem dos anticorpos protectores que passam no leite das mães.
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No caso da criança contrair o vírus H1N1, o mais importante é manter ou reforçar o aleitamento, porque os bebés que estão doentes têm maior necessidade de líquidos e o que obtêm quando mamam é superior a qualquer outro, ajudando ainda a proteger o sistema imunitário do bebé.(farmacia.com.pt)
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Gordura abdominal eleva risco de asma em mulheres

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Estudo afirma que as mulheres com muita gordura abdominal têm um risco superior de sofrerem asma, mesmo que não estejam acima do peso.
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A pesquisa foi realizada nos Estados Unidos e analisou cerca de 88 mil voluntárias. Entre aquelas com índice de massa corporal (IMC) normal (até 24,9 kg/m2), as que tinham a medida da cintura maior do que 88 cm apresentaram um risco três vezes superior de ter a doença.
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"Sabe-se que a obesidade é um factor de risco para a asma, mas poucos estudos avaliaram os efeitos da gordura abdominal sobre o problema", escreveram os autores.
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Segundo Julie von Behren, coordenadora do estudo, a gordura visceral é metabolicamente mais activa, o que pode produzir compostos que provocam inflamação, podendo esta estar relacionada com a asma.
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O estudo confirmou ainda que a doença é mais frequente em pessoas com excesso de peso ou obesidade, sendo que o risco da asma aumentava consoante o peso.
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A prevalência da doença em mulheres com obesidade leve foi de 10,9%, nas com obesidade moderada de 13,4%, e nas com obesidade grave de 18,3%.(farmacia.com.pt)
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Dieta mediterrânica pode ajudar contra depressão

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A dieta mediterrânica apresenta vários benefícios para a saúde. Fortemente relacionada com a redução do risco de doenças cardiovasculares, este tipo de dieta mostrou ter efeitos protectores contra a depressão num estudo publicado na edição de Outubro do Archives of General Psychiatry, uma das publicações da Associação Médica Americana.
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Avaliando mais de 10 mil pessoas, a equipa de investigadores das Universidades de Las Palmas e de Navarra observou os dados dos questionários preenchidos entre 1999 e 2005 sobre a dieta dos participantes.
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A equipa de cientistas calculou a adesão à dieta mediterrânica baseando-se em nove itens: maior ingestão de gorduras monosaturadas em comparação às saturadas, consumo moderado de álcool e lacticínios, baixa ingestão de carne vermelha e elevado consumo de legumes, frutas, oleaginosas (como nozes e castanhas), cereais e peixes.
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Após acompanharem os voluntários durante cerca de quatro anos, os investigadores identificaram 480 novos casos de depressão, tendo a maioria deles ocorrido em mulheres. Aqueles que adoptaram uma dieta mediterrânica apresentaram um risco 30% inferior de desenvolver depressão, segundo os cientistas.
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Para chegar aos resultados foram ajustados outros factores influenciáveis tais como o estilo de vida, estado civil, doenças crónicas e uso de antidepressivos.(farmacia.com.pt)
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Atitude pode influenciar a saúde das mulheres

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O tipo de comportamento, seja positivo ou negativo, em relação às outras pessoas não foi ainda estudado em conjunto com a doença arterial coronária e a mortalidade em mulheres após a menopausa.
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Um novo estudo, efectuado por cientistas norte-americanos, avaliou cerca de 97 mil mulheres que inicialmente não tinham cancro ou doença cardiovascular, durante o período de 8 anos para o aparecimento da doença cardiovascular e mortalidade.
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Aquelas que levavam uma atitude optimista apresentaram índices menores de doença cardiovascular e de mortalidade ajustados pela idade. Já as que tinham um tipo de comportamento mais hostil tiveram maiores índices de risco de doença cardiovascular, mortalidade relacionada com a doença, com o cancro e no geral.
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Os investigadores chegaram assim à conclusão que o optimismo e a hostilidade estavam associados a morbidade, embora sejam necessários mais estudos para avaliar se as mudanças de atitude podem conduzir a alterações neste risco.(farmacia.com.pt)
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Medicamento pode ajudar pacientes com colite a evitar cirurgia

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Segundo um estudo, o tratamento com o fármaco Remicade (Infliximab) pode reduzir a necessidade de cirurgia em pacientes com colite ulcerativa em cerca de metade.
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Esta condição provoca inflamação crónica no cólon, sendo frequentemente necessário a remoção do mesmo através de cirurgia.
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O estudo envolveu 728 pacientes que foram administrados com o medicamento ou o placebo durante o período de 46 semanas. Foram observados após o período de um ano, tendo os investigadores descoberto que o tratamento com Remicade reduziu o risco da operação em cerca de 41%, comparativamente aos que foram administrados com o placebo.
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"Uma das consequências mais temidas em pacientes com esta condição é a remoção do cólon", afirmou William Sandborn, investigador principal do estudo. "A nossa pesquisa espera oferecer outras alternativas de tratamento para os pacientes para além da cirurgia", concluiu.(farmacia.com.pt)
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Semana Mundial do Aleitamento Materno inicia-se esta segunda-feira

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Começou hoje a Semana Mundial do Aleitamento Materno sob o tema "Aleitamento Materno: Resposta Vital nas Emergências está preparado?", sendo assinalada em Portugal com conferências e um concurso de fotografia.
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O projecto Info SerMãe irá promover o seu primeiro concurso de fotografia intitulado por "Vamos comemorar a Semana Mundial do Aleitamento Materno", disponibilizando informações e serviços na área da amamentação.
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As fotografias serão avaliadas por um júri que inclui representantes da Humpar, Associação Doulas de Portugal, Associação Maternar, Amamentar e ainda uma enfermeira especialista em Saúde Materna e Obstétrica, devendo apresentar a amamentação como algo natural e gratificante.(farmacia.com.pt)
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domingo, 4 de outubro de 2009

Obesidade aumenta risco de problemas no coração dos bebés

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Estudo norte-americano afirma que as mulheres com excesso de peso ou obesas antes da gravidez têm um risco 18% maior de terem o bebé com problemas no coração.
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A pesquisa descobriu um aumento significativo de vários tipos de defeitos coronários em bebés cujas mães tinham excesso de peso ou eram obesas, comparativamente aos bebés cujas mães tinham um peso normal.
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Os investigadores analisaram 25 tipos de defeitos do coração, tendo descoberto uma associação com a obesidade em 10 deles.
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Aquelas que tinham excesso de peso mas não eram obesas tinham um risco 15% aproximadamente maior de terem um bebé com problemas no coração, segundo o estudo.
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"As mulheres que são obesas e que estão a planear uma gravidez iriam beneficiar de um trabalho com os seus profissionais de saúde de forma a alcançarem um peso saudável antes da gravidez", afirmou o médico Edwin Trevatan.(farmacia.com.pt)
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Obesidade eleva risco de cancro do endométrio em mulheres jovens

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Estudo norte-americano sugere que a obesidade aumenta o risco de tumor endométrio em mulheres jovens.
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A pesquisa foi feita pelos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças com a Universidade Emory, dos Estados Unidos.
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Esta doença é mais frequente na pós-menopausa, atingindo mulheres com uma idade média de 61 anos. Segundo os investigadores, é sabido que a obesidade está relacionada com esse tumor, mas esse é um dos poucos estudos com foco nas mulheres jovens.
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A equipa de investigadores avaliou 421 casos do referido cancro em mulheres com idades compreendidas entre os 20 e os 54 anos, tendo posteriormente comparado os dados com as informações de mais de 3 mil mulheres que fizeram de grupo de controlo.
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O facto de ter um Índice de Massa Corporal (IMC) de pelo menos 25 (que indica excesso de peso) aos 18 anos de idade aumentou em seis vezes o risco do aparecimento do tumor.
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A obesidade leva a um aumento dos níveis de estrogénio, hormona que actua no endométrio estimulando a proliferação das suas células. Caso seja permanente, esse estímulo facilita o surgimento de anormalidades que podem levar ao cancro.
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O diagnóstico é normalmente realizado através de ultra-som, que aponta alterações na parede do útero. Quando detectado precocemente, o tumor tem um elevado índice de cura, mas o tratamento inclui, na maioria das vezes, a retirada do útero.(farmacia.com.pt)
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Gripe A: Agência Europeia recomenda terceira vacina

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A Agência Europeia do Medicamento (EMEA) efectuou uma recomendação à Comissão Europeia para que autorize a venda de uma terceira vacina contra a gripe A (H1N1).A vacina recomendada designa-se por Celvapan, e é do laboratório norte-americano Baxter.
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A EMEA já havia recomendado a comercialização de duas vacinas: a Focetria (laboratório Novartis) e a Pandremrix (GlaxoSmithKline).
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Entretanto os laboratórios privados já estão a fazer os testes para detectar o vírus A (H1N1), com o preço a variar entre os 42 e os 100 euros, demorando os resultados cerca de seis horas.
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Desde final de Agosto que o Ministério da Saúde apenas tem vindo a realizar testes aos doentes mais graves ou com factores de risco, mas as clínicas privadas já oferecem uma alternativa, tendo o grupo MediServiços realizado cerca de 60 testes em 15 dias.(farmacia.com.pt)
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Cancro digestivo deve ser alvo de campanhas frequentes

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O cancro digestivo é o tumor que mais mata em Portugal, o que o torna num problema de saúde pública. Dessa forma, deve ser alvo de campanhas de informação frequentes, segundo o oncologista Sérgio Barroso, no âmbito do Dia Nacional do Cancro Digestivo, comemorado na passada quarta-feira, dia 30 de Setembro.
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Em Portugal os cancros digestivos mais frequentes são o do colo-rectal e o do estômago, registando milhares de novos casos por ano. É o segundo tumor mais frequente no nosso país, e responsável pela morte de três mil portugueses por ano.
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Segundo dados oficiais, apenas três em cada cem pessoas com cancro digestivo em estado avançado sobrevivem mais de cinco anos.
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Desta forma, é necessário sensibilizar a população para esta doença e alertar para um diagnóstico que o Grupo de Investigação do Cancro Digestivo (GICD) organiza, desde 2003, em várias cidades do país, um conjunto de iniciativas para assinalar o Dia Nacional do Cancro Digestivo.(farmacia.com.pt)
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Diabetes tipo 1 na infância vai duplicar até 2020 na Europa

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Um estudo procurou estabelecer as tendências da incidência de diabetes tipo 1 em crianças com mais de 15 anos de idade na Europa, tendo sido registados cerca de 30 mil casos novos da doença durante esse período.
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Os índices de aumento linear idade-específicos em cinco regiões geográficas foram estimados e utilizados em conjunto com os índices publicados de forma a prever os números de casos novos na Europa em 2005, 2010, 2015 e 2020, tendo o índice de acerto sido superior a 90% na maioria das regiões.
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Com a excepção de dois, todos os registos mostraram aumentos significativos na incidência anual variando entre 0,6% a 9,3%.
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Estima-se que na Europa o número de casos novos em 2005 tenha sido 15 mil, estando previsto que o número aumente para 24 mil em 2020, caso as tendências actuais permaneçam.
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A diabetes é uma doença caracterizada pela incapacidade do organismo produzir insulina, ou de utilizá-la adequadamente, e pela presença de concentrações elevadas de glicose no sangue, uma vez que a insulina é a "chave" que abre a "porta" por onde a glicose entra nas células. Se houver falta de insulina, a glicose permanece no sangue em vez de fornecer energia às células.(farmacia.com.pt)
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VPH: Adolescente britânica que faleceu tinha tumor maligno no peito

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Natalie Morton, a adolescente britânica de 14 anos que faleceu na passada segunda-feira depois de vacinada contra o vírus do papiloma humano (VPH), tinha um tumor maligno no peito, adiantou a televisão britânica Sky News no seu site.
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Tal como o FARMACIA.COM.PT noticiou, a vítima tinha sido administrada com a vacina na sua escola, juntamente com as suas colegas, tendo falecido por volta da hora do almoço do mesmo dia.
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Desde então as autoridades britânicas estavam a investigar o caso de forma a averiguar uma possível relação com a vacina Cervarix, que em Portugal é vendida desde Outubro de 2007.
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A cadeia de televisão britânica citou a investigação feita ao caso, segundo a qual a vacina não contribuiu para a morte da rapariga.
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"A adolescente morreu de um tumor maligno no peito que lhe afectou o coração e os pulmões", referiu a Sky, citando um responsável dos serviços de medicina legal de Coventry.(farmacia.com.pt)
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